Sobre as Músicas

A Single Tear

  • Conforme uma entrevista para o site AOL, Amy disse que sua música foi feita na 8ª série. "No começo eu queria ser uma compositora clássica. Há uma chamada 'Eternity of the Remorse', é bem depressiva e muito dramática [risos]. Eu tenho a partitura, eu a escrevi quando eu tinha uns onze anos. Mas a primeira música que eu realmente escrevi foi para uma aula de inglês na oitava série. Nós nem tínhamos que escrever uma história ou uma música, mas eu pensei 'vou fazer algo que ninguém está fazendo'. E eu escrevi essa música e a gravei na fita cassete, tocando violão e cantando com uma amiga do coral que me ajudou nos vocais de fundo. Foi estranho para mim e eu meio que fiquei doida por causa disso porque, lembrando quem eu era, eu era a garota quietinha da sala, quando eu coloquei a fita para tocar todo mundo amou a música. Minha professora mostrou a fita para a classe toda. A música era muito extravagante. O nome dela era 'A Single Tear'... 'will linger here inside me forever'. Sério, era muito ruim, mas para uma aluna da oitava série eles acharam que era impressionante", disse Lee.

All that I'm Living for

  • É dito o nome do CD "The Open Door" no refrão da música. Seria o terceiro single do CD The Open Door, alterando depois para Sweet Sacrifice.
  • Há a versão do CD The Open Door e versões acústicas tocadas em programas de TV.
  • O tema da música, conforme a revista Metal Edge, é a banda. "Eu amo essa música. Ela soa realmente diferente para nós. A letra é sobre meu processo de escrita - como eu uno a música, como eu faço isso, e como eu tento consertar tudo que está errado comigo através da música. As primeiras frases dizem 'Save me from the night again/I can feel the separation from the living'. É sempre noite quando eu escrevo, enquanto o anoitecer vai acontecendo", disse Lee para o site do VH1.
  • Escrita por Amy Lee e John LeCompt.

Anything for You

  • Esta música pertence ao Demos Bootleg 2001/2002 e apresenta os mesmos versos em latim da música Lacrymosa, parte do Réquiem de Wolfgang Amadeus Mozart. Eles são "Lacrimosa dies illa, qua resurget ex favilla judicandus homo reus. Huic ergo parce, Deus. Pie Jesu, Domine, dona eis requiem. Amen", que significam "Lacrimosa dia de lágrimas, aquele em que o homem pecador renasce da sua cinza para ser julgado. Tende, pois, piedade dele, Deus. Ó piíssimo Jesus, ó Senhor, concedei-lhe o repouso eterno. Amém".

Anywhere

  • Muitos membros do EvBoard acreditam que é uma ótima canção de matrimônio. Em uma entrevista para o site, Ben considerou esta uma das menos favoritas que ele já escreveu. A história da versão para o cinema de Romeo and Juliet / Romeu e Julieta, com Leonardo DiCaprio e Claire Danes, é comumente considerada a inspiração desta música.
  • Composta por Ben Moody, essa música só apresenta uma gravação, no CD Origin, e possui a mesma finalização de Where Will You Go? do mesmo CD.

Ascension of the Spirit

  • Faixa instrumental presente no CD-R Sound Asleep EP. É possível encontrar três versões, mas somente a mais longa, de mais de 11 minutos, é a oficial. As outras foram cortes da música feitos por fãs.
  • Longas partes da música são silenciosas, e duas citações do filme My Boyfriend's Back / Namorado Gelado, Coração Quente! aparecem na faixa. São "Goodbye, son. Be nice to God", que significa "Adeus, filho. Seja bom para Deus" e "I made you bologna and mustard, with the edges cut off, just the way you like it", que significa "Fiz para você bolonhesa e mostarda, e cortei as beiradas, do jeito que você gosta".

Away from me

  • Penúltima faixa presente no CD Origin, ela é ligada diretamente com Eternal. Foi escrita por Amy, Ben e David e tem a participação de Will Boyd, como músico convidado, no baixo.

Before the Dawn

  • David Hodges gostaria que essa música fizesse parte do CD Fallen. Só há uma versão dela.

Bleed

  • Não pertence a nenhum CD, só há no Demos Bootleg 2001/2002. Muito conhecida com o título I Must Be Dreaming, somente após confirmação em uma entrevista de Amy e Ben para o EvBoard é que se soube o exato nome da faixa.

Breathe

  • Assim como Fall into You, trata-se de um extra de David Hodges, com a participação de Amy Lee cantando. A música é uma regravação de Michael W. Smith, um cantor gospel.
  • Não é considerada trabalho do Evanescence, só de David.

Breathe No More

  • "É uma que escrevi enquanto estávamos gravando o álbum [Fallen], e eu a gravei e não a coloquei no álbum, é melodiosa... É uma gravação de rock, ou que seja, mas eu adoraria colocá-la no próximo álbum. Nós a gravamos otimamente, está no kazaa, você pode dar uma olhada... Então, sim, nós iremos começar a tocá-la ao vivo", disse Lee.
  • Amy preferia que esta música tivesse ficado no lugar de Hello no CD Fallen.
  • A versão do Demos Bootleg 2001/2002 apresenta o suposto código morse ao qual Ben Moody respondeu no FAQ (frequently asked questions) do site oficial: "Se alguém souber o que significa, nós adoraríamos saber também. Se trata na verdade de um modelo pronto do sintetizador do teclado que estávamos usando para o som dessa música. E se você mantém a tecla apertada por um tempo, vai diminuindo até esse som que parece muito com código morse, e a gente achou que soava bem legal, então deixamos. Então está lá por acidente, de verdade". Outras músicas que apresentam o código morse são Breathe No More versão para o filme Elektra, Give unto me do CD-R Sound Asleep EP e My Immortal do CD Fallen, versão da banda e do Mystary EP.
  • Há três versões diferentes, uma no Demos Bootleg 2001/2002, outra no Anywhere but Home, e outra exclusiva que faz parte da trilha sonora do filme Elektra.

Bring me to Life

  • "Abrir sua mente. É sobre acordar para todas aquelas coisas que você tem perdido por muito tempo. Um dia alguém disse algo que fez meu coração acelerar por um segundo e eu percebi que por meses estive paralisada, só passando pelos caminhos da vida", disse Lee.
  • Amy revela mais tarde para a revista Blender que a inspiração para Bring me to Life foi Josh, seu namorado depois de Shaun. Ela o intitula "como uma estranha obsessão estúpida".
  • O nome cotado para esta música anteriormente era Wake me up Inside, depois Bring me to Life foi escolhido.
  • A versão do CD Fallen fez parte da trilha sonora do filme Daredevil / Demolidor - O Homem Sem Medo. Acabou se tornando o primeiro single do CD Fallen, devido ao sucesso com a participação da faixa no filme. O primeiro single estava cogitado para ser Going under.
  • Além da gravação, o vídeo também possui a presença de Paul McCoy da banda 12 Stones. Amy está sonhando e tenta acordar para o que realmente importa. Você pode assistir ao making of do clipe clicando aqui. Nas versões tocadas ao vivo, os vocais de Paul McCoy eram cantados por John LeCompt, mas depois a música não foi mais apresentada com a parte do rap. A idéia de adicionar o rap foi dada pela gravadora; o Grammy acreditou ser melhor a versão sem o vocal masculino. Chester Bennington, da banda Linkin Park, mencionou em uma entrevista que Mike Shinoda foi primeiramente cogitado para fazer a parte do rap; eles estavam gravando o CD Meteora no mesmo estúdio.
  • Escrita por Ben Moody, Amy Lee e David Hodges (conforme o encarte do CD Fallen), com a participação especial nos vocais da versão no Fallen de Paul McCoy da banda 12 Stones. Existem versões diferentes desta, duas no Demos Bootleg 2001/2002 possuindo a mesma letra, diferenciando-se na parte de Paul McCoy, um remix oficial feito por Kevin Roen (Bliss Mix, no CD Bring Me To Life Single), a versão do Anywhere but Home e versões acústicas dos programas de TV, como a tocada na rádio DC101 em fevereiro de 2003.

 Call me When You're Sober

  • "Call me When You're Sober é legal pra mim porque a letra é tão direta que é impossível interpretá-la erradamente. Eu estou me tornando mais corajosa, só isso", disse Lee para o EvBoard.
  • "É uma canção muito pessoal. Eu acho que é impossível esconder uma coisa óbvia dessas. Eu nunca falei abertamente sobre o que é a letra, mas ela é sobre a grande relação na qual eu estava, e todo o rompimento, que foi uma etapa muito longa", disse Lee. A relação mencionada é com o ex-namorado Shaun Morgan, vocalista da banda Seether. Ele não gostou, declarando para The Rock Radio "me entristece muito que nosso relacionamento esteja reduzido a isso. Pois, como todos sabem, passamos três anos vivendo juntos pra chegar e falar 'oh, você não liga pra mim, você não se importa comigo'. Eu estou desapontado, pois ela foi o tipo de pessoa que realmente me importou. Eu estou muito irritado pelo fato dessa lavação de roupa suja tenha que acontecer, você sabe, pelo mundo inteiro. Eu não faria isso a ninguém". Alguns anos depois, no CD posterior a este single da banda Seether, Shaun Morgan escreveu a música Breakdown que julgou-se ser uma resposta para CMWYS, o que foi desmentido pelo próprio vocalista.
  • O uso de samplers é perceptível. "Isso é o DJ Lethal, um companheiro de Terry, que fez uma quantia enorme de trabalho para a programação deste CD. Eu estou mais que satisfeita com a contribuição dele a este álbum!", disse Lee.
  • A música era para ter sido lançada oficialmente nas rádios em 7 de agosto de 2006, mas o vazamento dela acabou forçando as rádios a tocarem desde 30 de julho. Alguns rumores surgiram sobre o atraso de lançamento de The Open Door se referenciando à possibilidade da Wind-up ter alterado partes do solo; Amy negou este fato no EvBoard.
  • Há versões acústicas da música tocadas em programas de TV. É o primeiro single do CD The Open Door.
  • O clipe apresenta ícones que rememoram à história de Chapeuzinho Vermelho, como lobos e uma capa vermelha que Amy usa. O ator que interpreta com Amy é Oliver James Goodwill, chamado nas gravações de lobinho, modelo e baterista da banda Melessa Jean.
  • Há também o clipe com a versão acústica tocada no Yahoo! Sessions.
  • Escrita por Amy Lee e Terry Balsamo.

Catherine

  • Não se sabe muito sobre a faixa, somente que foi uma das raríssimas composições de Amy e Ben juntos e que, de acordo com uma entrevista, pretendia-se adicioná-la ao Origin. Amy declarou em uma entrevista ao Evanescence Website "Ben e eu a escrevemos com uma violão em um parque de estacionamento do cinema. Realmente não posso lembrar se nós, alguma vez, a gravamos ou não, mas eu sei que nós a tocamos uma ou duas vezes para aproximadamente umas 25 pessoas numa loja de café". Cogitada mas cortada do Origin.

Cloud Nine

  • Os samples do DJ Lethal aparecem nesta música.
  • Escrita por Amy Lee e Terry Balsamo. "É sobre separação. Há muitas lutas de relações no CD. Eu sempre escrevo sobre o que estava sentindo, porque daí é verdadeiro. Eu estava lutando em uma relação e sentia como se estivesse perdendo espaço. A música diz tudo isso 'If you want to live, let live/If you want to go, let go/What are we doing here?/ Because I can live without you", disse Lee para o site do VH1.

Eternal

  • Composta por Ben Moody e David Hodges, é uma faixa instrumental presente no CD Origin. Uma tempestade faz parte da música. Eternal se divide basicamente em três partes, sendo que a chuva introduz cada uma delas, além de participar por inteiro da segunda parte. O início da primeira parte de Eternal é uma continuação de Away from me; o som que ao final toca sozinho continua no começo de Eternal.
  • Existe na internet uma faixa chamada Demise, que se trata do trecho final de Eternal. Na verdade, essa versão de Eternal que aparece no CD Origin trata-se de uma junção da versão antiga de Eternal com Demise. Após o simples acréscimo desta parte final, decidiu-se nomear a faixa somente de Eternal. Esta terceira parte é o mesmo riff que inicia Field of Innocence, porém mais rápida e tocada com outros intrumentos.

Eternity of the Remorse

  • Conforme uma entrevista para o site AOL, Amy disse que sua primeira composição foi com mais ou menos onze anos. "No começo eu queria ser uma compositora clássica. Há uma chamada 'Eternity of the Remorse', é bem depressiva e muito dramática [risos]. Eu tenho a partitura, eu a escrevi quando eu tinha uns onze anos. Mas a primeira música que eu realmente escrevi foi para uma aula de inglês na oitava série. Nós nem tínhamos que escrever uma história ou uma música, mas eu pensei 'vou fazer algo que ninguém está fazendo'. E eu escrevi essa música e a gravei na fita cassete, tocando violão e cantando com uma amiga do coral que me ajudou nos vocais de fundo. Foi estranho para mim e eu meio que fiquei doida por causa disso porque, lembrando quem eu era, eu era a garota quietinha da sala, quando eu coloquei a fita para tocar todo mundo amou a música. Minha professora mostrou a fita para a classe toda. A música era muito extravagante. O nome dela era 'A Single Tear'... 'will linger here inside me forever'. Sério, era muito ruim, mas para uma aluna da oitava série eles acharam que era impressionante", disse Lee.

Even in Death

  • "Foi há tanto tempo... Eu tinha uns 18 anos, e nós encontramos essa pequena coisa do loop, e achamos que soava muito legal e maluco e nós achamos que seria muito legal construir uma música em volta disso. Depois, um dia, Amy e eu pensamos sobre alguém que está em um relacionamento, eles perdem seu amado, e eles meio que enlouquecem, e eles vão e se enterram, tipo como 'Mary Jane's Last Dance' (música de Tom Petty). Nós pensamos que tomaríamos esse passo mais adiante", disse Ben.
  • "É interessante... Eu não entendo o porquê, mas é mais sexual, não necessariamente no conteúdo da letra, mas no jeito que eu sinto a música, a melodia, realmente sexual. Eu não tenho uma boa explicação para isso, mas isso sempre foi assim para mim, é legal porque essa música é meio diferente. A música não foi escrita de alguma experiência de vida, foi basicamente uma história legal", disse Lee.
  • Só existem a versão do Origin e uma ao vivo que foi tocada na rádio americana DC101 em fevereiro de 2003. Em shows, ela foi tocada no Rock AM Ring de 2003.
  • Há uma citação ao final da música retirada do filme The Crow / O Corvo, "People die, but real love is forever", que significa "As pessoas se vão, mas o amor verdadeiro é para sempre". Um trecho do filme pode ser visto aqui.
  • A introdução utiliza um sample da música "Ratfinks, Suicide Tanks and Cannibal Girls", de White Zombie, presente também na introdução de Snow White Queen.

Everybody's Fool

  • "Escrevi Everybody's Fool da perspectiva da minha irmã [Carrie Lee], que depois percebeu que seu ídolo tinha palavras vazias. Como todas as popstars tipo Britney parecem ser garotas perfeitas genuínas. Os pequenos vêem flores naturais onde os outros vêem plástico", disse Lee.
  • Nas versões 1 e 2 do Demos Bootleg 2001/2002, há uma citação na qual se diz "The dynamic of symmetrical social riots can be summed together in broad statements that what has become blueprint for all and all have been reduced to the space of One", que quer dizer "O dinamismo dos simétricos tumultos sociais pode se unir nas grandes manifestações populares que o que se tornou apenas esquema para todos e tudo foi reduzido à idéia do Uno". Ela aparece junto de sons de crianças brincando e do pontiagudo de Origin. A versão do CD Fallen é o quarto single.
  • Em entrevista para o Evanescence Website, Amy foi questionada se a marca Lies que aparece no clipe tem alguma alusão à música Lies; Amy disse que se tratava só de uma engraçada coincidência.
  • Escrita por Ben Moody, Amy Lee e David Hodges (conforme o encarte do CD Fallen). Há 4 versões, uma no Fallen, retirada do CD promocional Mystary EP, outra no Anywhere but Home e duas no Demos Bootleg 2001/2002. As letras diferenciam-se nas versões.

Exodus

  • "É muito difícil porque você é o seu pior crítico e quando me ouço dizer 'my black backpack stuffed with broken dreams' tenho vontade de atirar em mim mesma. Eu sinceramente não posso ouvir estes versos desta música sem começar a rir. Mas não posso negar que havia mágica nessas primeiras músicas. Cada uma foi tão importante para nós, nós estávamos recém aprendendo de que éramos capazes de fazer nossas músicas prediletas", disse Amy para o EvThreads.
  • Exodus possiu uma gravação, presente no CD-R Evanescence EP, e uma versão ao vivo de 07/05/1999, de um show no Vino's, que termina com letras posteriormente utilizadas em Missing. Na época em que a música estava sendo editada, da passagem do arquivo para outro equipamento, um pequeno bloop apareceu na primeira frase que Amy canta; devido a este bloop, alguns sites identificam que Exodus possui um demo, mas na verdade é a mesma canção, arranjada e composta da mesma forma. Não é passível de considerar que haja um demo se a banda não fez uma outra regravação desta música.

Faixa Five

  • Pouco se sabe sobre essa música, somente que foi composta por Amy Lee, Ben Moody e David Hodges. Ela existe pelo registro na BMI Publishing. Em 2010, Ben comentou em seu twitter que não faria sentido eles escreverem uma música com título em português, deixando dúvidas pelo tom irônico.

Fall into You

  • Não é considerada trabalho do Evanescence, só de David Hodges. Trata-se de um extra dele, assim como Breathe, com a participação de Amy cantando. Na turnê de divulgação do CD The Open Door, em New York, conforme o site da MTV, ela foi tocada pela banda ao lado de músicas do CD Fallen e do divulgado, mas isso é só boato.

Farther Away

  • Foi cogitada para estar no CD Fallen, mas sua sonoridade não encaixava.
  • Há três versões desta música, a do Demos Bootleg 2001/2002, a do Anywhere but Home e a do Mystary EP, que reaparece no CD Bring me to Life Single. Partes desta versão aparecem na transição de áreas do DVD e na área Behind The Scenes.

Field of Innocence

  • No meio da música, são recitados dois poemas, um pelo Ben Moody e outro por um coral. O que o coral recita é "Iesu, Rex admirabili, et triumphator nobilis dulcedo ineffabilis, totus desiderabilis", que significa "Ó Jesus, Rei admirável, nobre conquistador de doçura inefável, em quem todas as alegrias são encontradas". Estes versos são de Morning Hymn Aleluia, canção do filme Sound of Music / A Noviça Rebelde. Ben recita um poema de sua autoria "As the days pass by, before my face, as wars rage before me, finding myself, in these last days of existence, of this poor country, this parasite inside me, I forced it out. In the darkness of the storm lies an evil, but it's me", que significa "Enquanto os dias passam, diante de mim, enquanto as guerras se construíam, me tornando no que eu sou, nestes últimos dias de existência, deste pobre país, este parasita dentro de mim, eu o criei. Na parte mais sombria da tempestade repousa um mal, que sou eu".
  • O riff inicial desta música é igual à terceira parte de Eternal, Demise, só que com outros instrumentos e tocada mais rapidamente.

Forever You

  • Está somente no Demos Bootleg 2001/2002, mas foi cogitada para pertencer ao Fallen.
  • Composta por John LeCompt, se chamaria C Sharp (Dó Sustenido), de acordo com o EvBoard. Ben e Amy mudaram um pouco seus sons e Amy reescreveu algumas partes da letra, intitulando-a assim.
  • Segundo o EvThreads, em um show privado para o Yahoo! Music, na época em que Understanding começou a ser tocada na turnê de The Open Door, vários fãs pediram músicas antigas do Evanescence durante a apresentação, e quando alguém gritou pedindo Forever You, Amy disse "essa música é uma merda".

Give unto me

  • Há duas versões completamente diferentes, uma no Demos Bootleg 1997/1998 e outra, instrumental, no CD-R Sound Asleep EP. A versão presente no Demos Bootleg 1997/1998 faria parte do CD-R Evanescence EP, mas foi retirada pouco antes do lançamento.
  • A versão de Give unto me presente do Demos Bootleg 1997/1998 foi a primeira música do Evanescence a ser tocada em uma rádio, local de Little Rock, ao lado de Understanding, versão do CD-R Evanescence EP.
  • Ao final da versão instrumental, é possível notar uma parte do suposto código morse. Ben Moody declarou no FAQ (frequently asked questions) do site do Evanescence: "Se alguém souber o que significa, nós adoraríamos saber também. Se trata na verdade de um modelo pronto do sintetizador do teclado que estávamos usando para o som dessa música. E se você mantém a tecla apertada por um tempo, vai diminuindo até esse som que parece muito com código morse, e a gente achou que soava bem legal, então deixamos. Então está lá por acidente, de verdade". Outras músicas que apresentam o código morse são Breathe No More do Demos Bootleg 2001/2002 e versão para o filme Elektra e My Immortal do CD Fallen, versão da banda e do Mystary EP.

Going under

  • "É sobre sair de uma relação ruim. É quando você está no limite, quando está no ponto em que você percebe que algo deve mudar, que você não pode continuar vivendo a situação em que você está. É legal. É uma música muito forte", disse Lee. É a música favorita de Amy do álbum Fallen.
  • O clipe de Going under foi baseado no filme The Evil Dead / A Morte do Demônio. O filme conta a história de um grupo de jovens que encontra o diário de um arqueólogo e, inadvertidamente, liberam uma maldição; dirigido por Sam Raimi. Você pode assistir ao making of do clipe clicando aqui.
  • É o segundo single do CD Fallen. Teria sido o primeiro, mas o sucesso de Bring me to Life no filme Daredevil / Demolidor - O Homem Sem Medo acabou fazendo com que esse fosse o primeiro.
  • Escrita por Ben Moody, Amy Lee e David Hodges (conforme o encarte do CD Fallen), foi composta exclusivamente para o álbum Fallen. Há uma versão demo da faixa, a versão do Fallen, a do Anywhere but Home e outras versões acústicas de programas de TV.

Good Enough

  • Quarto single do CD The Open Door conforme entrevista. Foi escrita por Amy Lee para o filme Chronicles of Narnia / Crônicas de Nárnia, não aprovada pela produção do filme por ser considerada muito sombria conforme uma entrevista para rádio. Cogitada para edição, Amy disse que "não comprometeria sua arte". Lacrymosa e Together Again foram escritas e não aprovadas para o filme.
  • Conforme dito na revista Blender, Amy diz que a inspiração dessa música foi Josh Hartzler, seu namorado depois de Shaun e atual marido. Ela o intitula "como uma estranha obsessão estúpida". É o som de quem encontrou o verdadeiro amor, a mais corajosa do álbum, conforme entrevista à Metal Edge.
  • "Eu passei por muitas coisas difíceis durante o processo de escrita do álbum todo, e ao final de tudo, eu passei por todas elas. Foi muito difícil. Você tem de ser muito corajoso e forte. Depois de ter feito tudo isso, me sinto muito feliz. Pela primeira vez eu sinto como se tivesse escrito sobre como eu me sinto feliz. Nunca fiz isso antes", disse Lee para o site do VH1.
  • De acordo com uma entrevista na Rock TV da Itália, originalmente, Amy não pretendia adicionar essa música em The Open Door, pois se diferenciava do estilo do som do Evanescence. No entanto, quando Amy mostrou a música para a banda, eles preferiram que entrasse.
  • O clipe de Good Enough possui a versão radio mix, a mesmo do CD The Open Door sem a parte introdutória. Você pode assitir ao making of do clipe aqui.
  • Há a versão do CD The Open Door, a radio mix e outras versões acústicas tocadas em programas de TV. Os CDs Singles foram os que tiveram o lançamento mais adiado, inclusive com cancelamento de algumas versões.

Haunted

  • A história de Ben que serviu de inspiração para Amy escrever a letra é: "Uma pequena garota entre 8 e 9 anos em um vestido branco está andando pelas ruas da vizinhança balançando uma bola vermelha. Enquanto ela se aproxima de uma casa deserta com um aspecto sinistro, sua atenção desvia da bola para a casa. Sem prestar atenção em seus movimentos, a bola bate no meio-fio e ricocheteia na frente da casa. Conforme ela persegue a bola, adquire movimentos não naturais e vai em direção à grande porta frontal. A pequena garota pára por um momento, olha para a casa que agora parece estar encarando-a e, cuidadosamente, entra na casa à procura de sua pequena bola vermelha. Conforme ela lentamente entra no átrio, ela observa a bagunça decadente do que um dia foi obviamente uma bela mansão. Ela fica hipnotizada pelo requintado detalhe de cada centímetro do corrimão da aparentemente interminável escada a sua frente. De repente, seus pensamentos são interrompidos por uma horripilante confusão. Ela se vira para correr até a porta da frente, mas encontra apenas uma parede vazia onde a porta estava. Assustada ela desce correndo para a primeira entrada que vê, tentando desesperadamente encontrar uma saída, mas, a cada virada, o mundo atrás dela muda, por vontade da casa. Assim, encontrar um caminho de volta para o átrio em que ela estava se torna impossível. Aterrorizada, a pequena garotinha se encolhe em um canto, abaixa sua cabeça em suas mãos e começa a chorar. Dez anos depois, a pequena garota acorda em pânico, agora uma jovem mulher... Suja, assustada. Ela está agora vestida com calças pretas, botas de trabalho. Sua pele está pálida e suja. O Sol não ilumina sua carne há uma década. Ela acorda para procurar sua refeição, localizada numa bandeja de prata suja atrás dela, somente o suficiente para se manter viva, assim como todas as manhãs. Foi colocada lá por uma figura que ela apenas pode ver de passagem, por um canto, atravessando uma porta, uma figura que se tornou seu único amigo e seu único ódio. Toda a sua existência se tornou nada mais que perseguir e destruir essa sombra que a mantém ali. Conforme ela o persegue continuamente, dia após dia, ela se perde na dicotomia do seu ser. Essa coisa que a mantém ali, essa pessoa que repetidamente viola sua mente e a observa dormir, se tornou seu único amigo. Se não fosse essa pessoa que restou, ela deixaria de existir. Ela vive apenas para matá-lo. Mas vive somente graças a ele. Todos os dias a casa muda ao seu redor, assim todos os dias ela acorda em um lugar desconhecido. A única coisa constante é ele. Ela escuta o coração dele batendo, ela sente seu cheiro, ela pode apenas imaginar encontrá-lo, mas ele também é a única coisa que ela sabe do amor".
  • "Sei que o Ben já falou que ele escreveu a letra para Haunted (até mesmo na minha frente). Mas não me importo. De qualquer maneira, essa é minha real letra, minha realidade e minhas reais palavras. O Ben tinha um tema que escreveu sobre forma de uma pequena história. Eu li e usei a inspiração para escrever a letra", disse Amy Lee numa declaração que deixou no EvBoard sobre a composição de Haunted.
  • Escrita por Ben Moody, Amy Lee e David Hodges (conforme o encarte do CD Fallen).Há 5 versões, uma no Anywhere but Home, outra no Fallen e três no Demos Bootleg 2001/2002. A versão 1 do Demos Bootleg 2001/2002 possue letra diferente, variando pelo refrão; versão 3 é igual à 1 mas com Origin no início.

Hello

  • Escrita por Ben Moody, Amy Lee e David Hodges (conforme o encarte do CD Fallen). O tema desta música, assim como Like You, é a morte da irmã de Amy, conforme dito na revista Metal Edge. Foi escrita a partir da perspectiva de uma criança, Amy volta ao passado para compôr. Ela nunca foi tocada ao vivo e Amy disse que preferiria que Breathe No More tivesse sido colocada no CD Fallen em seu lugar.
  • "Quando isso aconteceu, toda a minha perspectiva de vida mudou. Pode soar ridículo, mas foi aí que eu me tornei uma artista. A música é a forma de eu me curar. Coisas como essas podem te destruir, ou você pode passar por isso", disse Lee sobre a morte da irmã para a revista Blender. Quando Amy tinha 6 anos e sua irmã 3, ela morreu de causas desconhecidas.
  • O pai de Amy, John Lee disse ao EvBoard porque essa música não é tocada ao vivo; segundo ele, ela poderia despertar sentimentos que Amy não conseguiria lidar em um show.
  • Existem 2 versões, uma no Demos Bootleg 2001/2002 e outra no Fallen, praticamente iguais, diferenciando-se em relação ao fundo.

If You Don't Mind

  • Gravada na época do CD The Open Door, mas não entrou para as faixas. Há outras duas que também não fizeram parte, The Last Song I'm Wasting on You e Together Again.
  • Havia vasado na internet um trecho que era supostamente dessa música, mas depois foi confirmado no EvThreads que era uma informação falsa. Hoje sabe-se que o excerto é da música True de Akira Yamaoka, presente no jogo Silent Hill 2.
  • Escrita por Amy Lee, Terry Balsamo e William Boyd.

Imaginary

  • Amy faz um parâmetro do quarto dela com os sentimentos pessoais. Em boa parte da música ela descreve seu quarto, seu refúgio pessoal.
  • Na Espanha, em 2004, houve o lançamento limitado do Radio Promo Single de Imaginary.
  • Escrita por Ben Moody e Amy Lee (conforme o encarte do CD Fallen). Existem 7 versões, uma no Evanescence EP, outra no Origin, duas no Demos Bootleg 2001/2002, outra no Mystary EP, outra no Fallen e a última no Anywhere but Home. Todas diferem nas letras, exceto a do Fallen, que é igual à do Mystary EP.

Lacrymosa

  • Uma orquestra composta por 22 pessoas é conduzida por Dave Campbell. "Ele é uma fonte de inspiração enorme para mim, ele é tão talentoso. O modo que ele organiza as partes orquestrais é notável", disse Lee.
  • Um trecho instrumental do Réquiem de Wolfgang Amadeus Mozart aparece no início da faixa. Após, os versos em latim, que também estão presentes em Anything for You e que são parte do Réquiem de Mozart. Eles são "Lacrimosa dies illa, qua resurget ex favilla judicandus homo reus. Huic ergo parce, Deus. Pie Jesu, Domine, dona eis requiem. Amen", que significam "Lacrimosa dia de lágrimas, aquele em que o homem pecador renasce da sua cinza para ser julgado. Tende, pois, piedade dele, Deus. Ó piíssimo Jesus, ó Senhor, concedei-lhe o repouso eterno. Amém".
  • "Eu vi Amadeus (filme) quando eu tinha 9 anos e me apaixonei por Mozart. A parte do Réquiem de Mozart chamada Lacrymosa é minha parte mais favorita de qualquer música. Eu sempre quis que a gente pudesse tocar essa parte, mas com programação e guitarras e assim deixá-la muito legal. É nosso momento de tentar as coisas que eu sempre quis e não podia, então comecei a mexer com ela no Protools. Terry fez alguns riffs e a transformou nesse maravilhoso épico metal", disse Lee para o site do VH1.
  • Esta faixa, assim como Good Enough e Together Again, não foi aceita pela produção do filme por ser considerada muito sombria. Lacrymosa não foi aceita porque a produção "queria algo original", conforme Amy disse à Metal Edge.
  • Escrita por Amy Lee e Terry Balsamo.

Lies

  • Existem duas versões diferentes, a do Origin e uma remixada que pertence ao Demos Bootleg 2001/2002. Na versão do CD Origin, Bruce Fitzhugh da banda Living Sacrifice faz os vocais masculinos e Stephanie Pierce inicia o coro com Amy Lee. Na versão remixada, que é bem diferente da versão anterior, tanto na letra quanto nos sons, a música é cantada por Amy e David Hodges.

Like You

  • Escrita por Amy Lee e segunda para o álbum The Open Door, uma das favoritas em termos de trabalho para Terry. O tema desta música, assim como Hello, é a morte da irmã de Amy, conforme dito na revista Metal Edge. Foi escrita a partir da perspectiva de uma criança, Amy volta ao passado para compôr.
  • "Like You talvez seja a música mais intimista do CD. É sobre a perda da minha irmã quando eu era criança. No álbum anterior, eu escrevi Hello para ela. Like You é o lugar dela neste álbum", disse Lee para o site do VH1.
  • "Quando isso aconteceu, toda a minha perspectiva de vida mudou. Pode soar ridículo, mas foi aí que eu me tornei uma artista. A música é a forma de eu me curar. Coisas como essas podem te destruir, ou você pode passar por isso", disse Lee sobre a morte da irmã para a revista Blender. Quando Amy tinha 6 anos e sua irmã 3, ela morreu de causas desconhecidas.

Listen to the Rain

  • Seria a faixa 12 do CD Origin. Seu início é contínuo com o final de Eternal. Foi feita pela Amy Lee e quem cantou foi o coral do colégio dela, do qual ela era presidente, Pulaski Academy. O CD Origin é do mesmo ano em que Amy se formou (2000).

Lithium

  • Segundo single do CD The Open Door. Lítio é um metal branco-prateado, mais leve do que a água. O nome do elemento provém do fato de ele ser encontrado em um mineral, mas também em cinzas de plantas. O lítio puro é altamente inflamável e ligeiramente explosivo quando exposto ao ar e, especialmente, à água. Além disso é corrosivo para a pele. A ingestão excessiva de compostos de lítio pode causar tonturas, distúrbios visuais, tremuras ou confusão mental. Os sais de lítio são usados no tratamento da depressão como estabilizador de humor.
  • Sobre tomar remédios antidepressivos, foi declarado na StarPulse: "A mãe de Amy Lee - estrela do Evanescence - estava tão preocupada sobre as letras sombrias que sua filha escrevia quando começou a compôr que sugeriu à adolescente tentar se aconselhar. A rainha do rock admite que no início suas tentativas na poesia e letras foram sinistras e devem ter aterrorizado a pobre mãe. Ela explica: 'Ela me ouvia escrever música em meu quarto quando eu era adolescente. Ela ficava tipo 'O que você está cantando?' E eu lia pra ela algumas letras. Ela dizia 'Eu me pergunto se você deveria conversar com alguem'.' Lee revela que seu temperamento mal-humorado e que aquela conversa com sua mãe, deixou um sentimento de que ela deveria se automedicar. A cantora do Fallen diz: 'Eu pensei em tomar antidepressivos, mas penso que isso toma a alma'. Porém Lee percebe agora que aquela angústia foi uma reação da morte de sua irmã de 3 anos quando Amy tinha 6. Ela acrescenta: 'Eu tinha uma idéia, que com a maioria das pessoas não acontecia aquilo até que elas fossem adultas. Eu comecei escrevendo poesia dramática quando eu tinha 10 anos - e tudo sobre eternidade e solidão' ".
  • "Não é literal, não é realmente sobre a droga, eu nunca tomei lítio. É mais uma metáfora sobre estar entorpecido e a felicidade e coisas assim, sou eu olhando para a felicidade de um modo negativo porque eu sempre tive, vocês sabem, meio que medo de ser feliz. Tipo, com a banda, a arte e tudo mais, é como se eu nunca deixasse eu me libertar para a felicidade, porque não é legal ou algo assim. E descrever a felicidade é Lithium, é como dizer 'isso é tristeza, e eu não conseguiria mais ser artista se fosse feliz', o que é engraçado porque, na real, não é verdade, eu sou feliz. Então é como essa luta dentro da música, tipo 'eu faço isso e saio daqui para tentar ser feliz ou eu termino assim como sempre?' e é legal porque no final da música eu digo 'eu vou deixar isto partir', e eu vou ser feliz", disse Lee para o site da MTV. A relação com o ex-namorado Shaun Morgan, vocalista da banda Seether, também é inspiração para a música.
  • "Escrevi o refrão no violão quando eu tinha 16 anos. Sempre achei ele legal, mas nunca o tinha usado. Eu comecei então a tocá-lo no piano e os versos vieram. Tenho um monte de idéias vagando na cabeça que talvez um dia eu use. Olhando de um jeito, você pode achar que é uma canção antiga, mas na realidade não é. Ela cresceu", disse Lee para o site do VH1.
  • O clipe, conforme o site da MTV, é um embate entre Amy de preto e Amy de branco, a tristeza e a felicidade. Segundo Amy, o diretor colocou maravilhosamente a atmosfera da música. Você pode assistir ao making of do clipe clicando aqui.
  • Há a versão do CD The Open Door e outras versões acústicas tocadas em programas de TV.
  • Escrita por Amy Lee.

Lose Control

  • Dave Fortman trabalha nessa música. "Dave entende o que nós queremos perfeitamente. Se alguem não entende o que sua banda está tentando alcançar, outra pessoa conduzirá a isto e você perde poder sobre isso", disse Lee.
  • Escrita por Amy Lee e Tery Balsamo. "Terry usa muito delay e barulhos. Sua guitarra é realmente doida! Eu sinto como se realmente não fosse permitida a usar coisas desse tipo, porque o Ben não gostava. Mas músicas como Lose Control vão de Dó a Dó Sustenido, pra trás e pra frente. Adoro isso. É influência de Portishead", disse Lee para o site do VH1.
  • Há uma história infantil nos EUA chamada Mary Had a Little Lamb / Mary Tinha um Cordeirinho. Cantada originalmente em enfermarias, ela auxilia no desenvolvimento da fala das crianças e já foi regravada por vários artistas. Há alusão à inocência do cordeiro na letra de Lose Control.
  • Durante os shows da turnê de 2007 de The Open Door, a música foi usada como abertura de Sweet Sacrifice ou Weight of the World. à frete da cortina, somente Amy com o piano apareciam, aparecendo a banda assim que as guitarras iniciavam.

Missing

  • Há duas versões dessa música, uma presente no Demos Bootleg 2001/2002 e outra como faixa bônus do CD Anywhere but Home. Ambas diferem na letra e na sonoridade. Uma parte da letra de Missing é utilizada em Exodus, durante um show em Vino's de 07/05/1999.
  • A versão de Missing que aparece no CD Anywhere but Home estaria no CD Fallen, mas "não se encaixava" com sua sonoridade.
  • Houve o lançamento de 4 versões de Radio Promo Singles para Missing, em 2004. Somente alguns lugares tiveram esse lançamento, Europa, Brasil, Austrália e Espanha.
  • De acordo com o EvThreads, o Evanescence incluiu no final da turnê do álbum The Open Door a música Missing; isso foi a pedido dos fãs.

My Cartoon Network

  • Escrita por Amy Lee. Só existe a versão ao vivo que foi tocada no canal Cartoon Network, em 2004.
  • O Robbie, que Amy cita no início da música, é seu irmão.

My Immortal

  • "Essa é a diferença entre a gente. Ben escreve como um contador de histórias e não necessariamente sobre alguma experiência pessoal. Eu não consigo escrever sobre nada que não entendo completamente. Para mim, escrever é sempre sobre algo específico que aconteceu. Então às vezes eu sinto uma certa distância cantando a música, mas ainda amo isso tudo", disse Lee.
  • "My Immortal tinha que ser um single e se você faz um terceiro, você ainda se deixa aberto para fazer um quarto single... Mas eu acho que se nós fizermos quatro singles, será maçante para o CD, especialmente acabado de sair. Especialmente quando você tem uma música como Bring me to Life que é uma grande inovação, e com certeza a música mais tocada do ano. Eu não queria que ficasse maçante, e eu acho que My Immortal é aquela que toca a maioria das pessoas toda noite. Nós estamos agradecidos de tirá-la e nós queríamos fazer um vídeo para ela. Eu a escrevi quando tinha 15 anos, então é tipo a música mais antiga que temos. Ela meio que mostra tudo o que passamos com o Evanescence, então é como ver tudo até a finalização, o fato de não estar pronta com as cordas e tudo, e estar no álbum, colocá-la como single, tocar na rádio, e fazer um vídeo para ela, é como se eu precisasse ver tudo até a finalização. É apenas como uma necessidade pessoal", disse Ben.
  • Não existe código morse ao final das versões da música. No FAQ (frequently asked questions) do site oficial do Evanescence, há uma nota explicativa pelo Ben Moody: "Se alguém souber o que significa, nós adoraríamos saber também. Se trata na verdade de um modelo pronto do sintetizador do teclado que estávamos usando para o som dessa música. E se você mantém a tecla apertada por um tempo, vai diminuindo até esse som que parece muito com código morse, e a gente achou que soava bem legal, então deixamos. Então está lá por acidente, de verdade". As versões de My Immortal que apresentem esse suposto código morse são a do CD Fallen, versão da banda e do Mystary EP. Outras músicas que apresentam o código morse são Breathe No More do Demos Bootleg 2001/2002 e versão para o filme Elektra e Give unto me do CD-R Sound Asleep EP.
  • A versão do CD Fallen fez parte da trilha sonora do filme Daredevil / Demolidor - O Homem Sem Medo. A versão da banda é o terceiro single do CD Fallen.
  • No clipe de My Immortal, Amy é um fantasma. Ela nunca toca o chão. É possível entender a letra da música de duas maneiras: houve uma separação de um casal ou um deles morreu. Para o vídeo, o que podemos inferir é que o diretor procurou fazer com que Amy tivesse morrido e Ben, na interpretação, seria o companheiro que ainda está vivo. Ambos, porém, não conseguem se livrar da presença um do outro "but you still have all of me". Você pode assistir ao making of do clipe clicando aqui. Também há um clipe de My Immortal com a versão presente no Anywhere but Home, versão da banda ao vivo.
  • De acordo com o EvThreads, o Evanescence incluiu no final da turnê do álbum The Open Door a música My Immortal em sua setlist, embora em muitos shows anteriores isso não tenha acontecido; Amy atendeu à pedido dos fãs.
  • Escrita por Ben Moody e Amy Lee (conforme o encarte do CD Fallen). Há 7 versões, uma no Fallen, que diferencia da versão do Origin somente pelos violinos, outra no DVD Single - Bring me to Life 2003, a versão piano & vocal, a versão da banda, tocada ao vivo no Anywhere but Home, e a versão do Mystary EP. A versão da banda é a mesma do clipe de My Immortal, e está disponível para download no site oficial do Evanescence; o arranjo de cordas foi composto por David Campbell. Todas possuem a mesma letra, exceto a versão piano & vocal, que faria parte do CD-R Evanescence EP mas foi cortada pouco antes do lançamento. A versão do DVD Single - Bring me to Life 2003 é tocada no violão, sem dedilhados. A versão do Mystary EP é similar à versão da banda sem, porém, as participações dos instrumentos de John, Will e Rocky, que a banda preferia que estivesse no CD Fallen.

My Last Breath

  • De acordo com uma entrevista no listening.org, a inspiração para compor esta música veio depois dos ataques de 11/09/2001 às Torres Gêmeas nos EUA. Amy e Ben contam que é como um espírito ou monstro vindo falar com seu amor vivo, no momento em que só tem dois segundos de vida mas quer confortar dizendo adeus, sendo esta emoção algo pelo qual todos passam mas, como na parte do bridge, em parte negamos ou rejeitamos.
  • Escrita por Ben Moody, Amy Lee e David Hodges (conforme o encarte do CD Fallen).
  • Há 4 versões, uma no Fallen, a do Mystary EP, outra no Anywhere but Home e outra no Demos Bootleg 2001/2002.

October

  • Faz parte do Demos Bootleg 1997/1998 e faria parte do CD-R Evanescence EP, mas foi retirada pouco antes do lançamento.

Origin

  • No início desta introdução de Whisper, é dito "I'm sure it's getting darker, don't make a sound, don't make a sound", que significa "Tenho certeza de que está ficando mais sombrio, não faça nenhum barulho, não faça nenhum barulho". Após, aparece uma parte da citação de Understanding "You hold the answer deep within your own mind". Após, "Death in its most hideous form". As frases significam "Você tem a resposta no fundo da sua mente" e "Morte na sua forma mais horrenda", e elas são excertos do filme Terror in The Haunted House, também conhecido como My World Dies Screaming (veja trecho aqui). Sons cortantes e agonizantes também fazem parte da faixa, como algo afiado, uma televisão sem sinal, tiros e um grito de horror.
  • As citações que aparecem nesta faixa, bem como na versão de Understanding do CD-R Sound Asleep EP, são parte das citações características de Understanding versão do CD-R Evanescence EP, retiradas dos filmes When a Man Loves a Woman / Quando um Homem Ama uma Mulher e Terror in the Haunted House, também conhecido como My World Dies Screaming.
  • Se você possuir o CD Origin original, pode ouvir o erro de gravação de Anywhere ao tocar esta faixa ao contrário. Ao final, David Hodges diz "You're not saving that", que significa "Vocês não estão gravando isso". Após, Ben adiciona um outro trecho, no qual é dito "There's a lot of prejudice against the undead", que significa "Há muito preconceito contra os mortos-vivos". Este excerto pertence ao filme My Boyfriend's Back / Namorado Gelado, Coração Quente!.

So Close

  • Pouco se sabe sobre esta música, somente que ela pertencia à outra banda, também intitulada So Close, e quando seus integrantes morreram, o Evanescence fez um cover e a colocou em seu CD-R Evanescence EP.

Solitude

  • Primeira música do Evanescence. Escrita por Amy Lee e Ben Moody. No fim desta faixa, juntamente da estrofe final, os sons da música The End são perceptíveis.

Snow White Queen

  • Para a revista Rock Sound, Amy explicou o significado da música. Fala sobre experiências assustadoras. A música fala sobre quantas vezes Amy teve de ficar em hotéis porque alguém a estava perseguindo. O título da música é também seu nick do EvBoard, "snow white".
  • Escrita por Amy Lee e Terry Balsamo, foi a primeira escrita para o álbum The Open Door. "Eu tive estranhas experiências com tocaiais. É estranho como acontece. Minhas músicas são tão intimistas que as pessoas sentem como se realmente me conhecessem, e eu não as conheço. Minha privacidade foi completamente invadida e houve duas noites em que eu simplesmente não pude ficar em casa. Então eu escrevi essa canção a partir da perspectiva de um caçador, e da minha perspectiva também", disse Lee para o site do VH1.
  • A introdução utiliza um sample da música "Ratfinks, Suicide Tanks and Cannibal Girls", de White Zombie, presente também na introdução de Even in Death.

Spanish

  • Entraria para o CD Origin. Foi composta por Amy e Ben e tocada algumas vezes nos shows em Little Rock. De acordo com o usuário Cfw828 do EvBoard, ele disse que essa faixa é instrumental e que foi tocada ao vivo mas nunca gravada. Tem esse nome porque é usada uma spanish guitar (nome do instrumento, "violão espanhol").

Surrender

  • Esta música só possui uma versão e não participa de nenhuma discografia. Ao final da faixa é possível ouvir alguns suspiros.

Sweet Sacrifice

  • Escrita por Amy Lee e Terry Balsamo. É o terceiro single de The Open Door, que originalmente seria All that I'm Living for e foi mudado após considerações dos fãs e da banda. "É a música de Open Door que é sobre a mesma relação abusiva de todas as músicas do Fallen. Foi apropriado colocar essa música como a primeira, mas vem de algo muito mais forte do que o Fallen. Ela não diz 'Estou com medo e alguém venha me salvar', ela diz 'O medo só está em nossas cabeças... Não tenho mais medo", disse Lee para o site do VH1.
  • Em uma entrevista para o Evanescence Website, Amy disse que essa música foi a mais difícil de ser finalizada. "Terry e eu começamos a gravá-la no início de 2005, enchemos o saco e abandonamos ela durante meses. Então em setembro nós tentamos de novo e tivemos um grande arranque, se tornando uma de nossas músicas favoritas no álbum. Normalmente quando eu largo uma música ela realmente morre. Se eu não pego a idéia do início quando ainda está nova, a inspiração vai embora - mas Sweet Sacrifice voltou à vida", disse Lee. Amy declarou no EvThreads após a música ser indicada ao Grammy de 2008 que todas as guitarras nela foram gravadas por Terry, nenhuma por John LeCompt. A expectativa veio perto da cerimônia de entrega dos prêmios, a qual John compareceu.
  • O clipe possui cenas de performances ao vivo e seu cenário foi inspirado no filme The Cell / A Cela. Como Amy disse à MTV, é "como se estivéssemos nas paredes de nossas mentes" e "já que o clipe é o nosso mais pesado, nós realmente queríamos focar nossa performance mas ainda com alguma coisa realmente única". Você pode assistir ao making of do clipe clicando aqui.
  • Há a versão de The Open Door e outra radio mix, presente no CD Single Sweet Sacrifice. A entrevista que é uma das faixas desse CD pode ser vista aqui.

Taking over me

  • "Taking over me é sobre obsessão. Tipo sua obsessão com alguém que você acredita ser o certo para você. Eu não sei. É sobre obsessão", disse Lee.
  • Escrita por Ben Moody, Amy Lee, David Hodges e John LeCompt (conforme o encarte do CD Fallen), que colaborou no refrão. Há 4 versões, uma no Fallen, outra no Anywhere but Home e duas no Demos Bootleg 2001/2002.

The End

  • Música instrumental presente no CD-R Evanescence EP. Os sons desta música aparecem como encerramento de Solitude.

The Last Song I'm Wasting on You

  • Gravada na época do CD The Open Door, mas não entrou para as faixas. Foi distribuída como faixa bônus para quem comprou o download do CD antecipadamente ao seu lançamento, pela internet, juntamente com uma entrevista com Amy Lee. Há outras quatro que também não fizeram parte, duas de nomes desconhecidos, If You Don't Mind e Together Again.
  • A música data de 2004, conforme a revista Blender. Conforme uma pequena resposta de Amy à revista Spin, ela afirma que o tema da música é mesmo sobre Ben Moody.
  • A música está presente nos CDs Singles de Lithium, pt. 1 e 2. Amy Lee confirmou a correção na letra da música no EvThreads, sendo certo "they're my own veins" em vez "in my own veins".

The Only One

  • Há um pato no início da música. Em um evento para divulgar o CD The Open Door, em Barcelona, Amy disse que havia encontrado esse som na internet. "Terry e eu estavámos entediados um dia pois não tínhamos nenhuma boa ideía, então começamos uma canção bobinha, que chamamos de Tuna Afternoon, porque eu fiz macarrão de atum naquele dia. Eu achei este pato na internet e o adicionei. Eu achei que não ficou ruim, então coloquei na música The Only One", disse Lee.
  • No início da música, um som de rádio aparece e Amy canta "the tuna fish is singing in a tuna afternoon", que significa "o atum está cantando em uma tarde de atuns". Após, ouvem-se os patos.
  • "Essa música é sobre algumas das minhas experiências da adolescência com mentes fechadas. Eu achava que as pessoas ao meu redor pareciam tão perdidas em um mundo ao qual eu realmente não pertencia. É algo do tipo espiritual", disse Lee para o site do VH1. No Nissan Live Sets da turnê de The Open Door, um fã perguntou qual era a inspiração da música The Only One; Amy complementou que "Você quer a verdade, você quer a verdadeira resposta, você quer saber o significado da vida. E você só recebe respostas fáceis de engolir. Acho que a música é sobre crescer e perceber que você tem que encontrar as respostas por conta própria e não apenas ouvir aqueles que você acha que sabem do que estão falando".
  • Escrita por Amy Lee e Terry Balsamo. A versão demo que apareceu na internet é somente uma modificação feita por um fã.

Together Again

  • Gravada na época do CD The Open Door, mas não entrou para as faixas. Há outras duas que também não fizeram parte, If You Don't Mind e The Last Song I'm Wasting on You. Está presente no CDs Single de Good Enough.
  • Foi originalmente escrita para o filme Chronicles of Narnia / Crônicas de Nárnia, mas não foi aprovada pela direção do filme, assim como Lacrymosa e Good Enough, por ser considerada muito sombria, conforme uma entrevista para rádio. Também para a revista Metal Edge, Amy declarou "eu escrevi algo que era pesado, sombrio e realmente legal, mas o diretor queria algo que soasse mais esperançoso. A música era sobre dizer adeus e partir, e é isso que eles fazem [no início] do filme quando eles deixam seus pais e vão para um lugar assustador e desconhecido. Foi assim que eu escrevi, a partir da perspectiva deles. Eu achei que a música estava perfeita. E não algo do tipo colocar um monte de guitarra em cima. Eu fiz algo que era legal e vibrante mas era ao mesmo tempo assombrador, e eu acho que essa foi a parte que eles não gostaram". Em uma entrevista para a Westword, Amy disse que a proposta inicial apresentada a ela era de algo bem mais sombrio, mas que entendeu a posição dos executivos em recusar a música depois que assistiu ao filme, numa linha mais infantil.
  • De acordo com uma antrevista ao Evanescence Website, Amy disse que a música é sobre "deixar o seu lar mesmo sabendo que talvez ele não esteja mais lá quando você retornar, e a atração por alguma coisa assutadora e maravilhosa longe daqui".
  • Escrita por Amy Lee. Para ajudar a população do Haiti, após um terremoto que devastou o país em 2010, Amy anunciou em seu Twitter que a música Together Again poderia ser baixada pelo site da UNF para promover doações.

Tourniquet

  • "Muitas de nossas músicas são escritas de um jeito que pode significar várias coisas. Essa foi escrita por nosso baterista Rocky Gray, que era de uma banda de death metal cristão antes de se juntar a nós. Ele me disse que é sobre um ponto de vista cristão, mas é sobre suicídio. É a perspectiva de alguém que acabou de cometer suicído e há controvérsia no cristianismo, porque se você comete suicídio, vai para o céu ou para o inferno? Se todos os pecados são perdoados quando aceitamos Cristo, porque esse deveria ser uma exceção? Não, eu não escrevi a letra de Tourniquet. Na verdade é uma música do Rocky, é um cover. O Rocky era de outra banda de Little Rock chamada Soul Embraced, e ele tocava guitarra e fazia o vocal. Essa música era maravilhosa, mas está totalmente diferente agora. Nós eramos amigos do Rocky e ele costumava tocar bateria para a gente; era uma música misteriosa e muito legal, e Ben apenas disse 'Ei, nós apenas vamos mudar isso e tocá-la em um show...' Então pegamos a música e eu escrevi uma melodia para ela. A letra é basicamente a mesma, mas eu escrevi um outro segundo verso inteiro, e a melodia também mudou bastante de jeito. Tem esse ótimo balanço, e a partir daí começamos a tocá-la e depois ficamos tipo 'Ei, vamos colocá-la no álbum' ", disse Lee.
  • A versão cover é escrita por Ben Moody, Amy Lee, David Hodges e Rocky Gray (conforme o encarte do CD Fallen). Há 5 versões, uma no Fallen, outra no Anywhere but Home e duas no Demos Bootleg 2001/2002; as versões 2 e 3 do Demos Bootleg 2001/2002 apresentam diferença quanto ao tempo do solo até a frase "I long to die", sendo a 3 mais rápida por não ter um "ee" antes dela.
  • Nas versões do Demos Bootleg 2001/2002, uma passagem do filme Romeo and Juliet / Romeu e Julieta aparece antes da estrofe final da música, quando a personagem de Claire Danes fala "Tell me not, Father, that thou hearest of this unless thou tell me how I may prevent it. It strains me past the compass of my wits. If in thy wisdom thou canst give no help do thou but call my resolution wise and with this I'll help it presently. Hold Daughter! Be not so long to speak, I long to die", que significa "Não me digais, Padre, que a isto dais vós ouvido senão para dizer-me como poderei eu evitá-lo. Isso está para lá da minha inteligência. Se em consciência nenhuma ajuda podeis dar quedai-vos em chamar a minha resolução de sábia e com isto presentemente o resolverei. Alto Filha! Não leveis tanto tempo para falar, anseio por morrer". Na versão do CD Fallen, Amy canta "I want to die".

Understanding

  • Ben Moody descreveu esta música como "um ridículo hino gótico de sete minutos, que na verdade foi recém a segunda música que nós escrevemos".
  • A versão de Understanding presente no CD-R Eanescence EP foi a primeira música do Evanescence a ser tocada em uma rádio, local de Little Rock, ao lado de Give unto me, versão do Demos Bootleg 1997/1998.
  • Na versão do CD-R Evanescence EP, citações na música foram retiradas dos filmes When a Man Loves e Woman / Quando um Homem Ama uma Mulher e The Haunted House, também conhecido como My World Dies Screaming. As citações são "You hold the answer deep within your own mind, consciously you've forgotten it. That's the way the human mind works. Whenever something is too unpleasant, too shameful for us to entertain, we reject it, we erase it from our memory. But the imprint is always there", que significa "Você tem a resposta no fundo da sua mente, ciente disso você a esqueceu. É assim que a mente humana trabalha. Quando algo é desagradável demais, vergonhoso demais para que a mantenhamos em nossas cabeças, nós a rejeitamos, nós a apagamos das nossas mentes. Mas a marca sempre estará lá", "We're supposed to try to be real. And when you feel alone, you're not together and that is real", que significa "Nós devemos tentar ser verdadeiros. E quando você se sente só, você não está junto e isso é verdadeiro", "You're not alone, honey, never, never", que significa "Você não está só, meu amor, nunca, nunca", e "But the imprint is always there, nothing is ever really forgotten. God, just don't hate me, because I'll die if you do", que significa, "Mas a marca sempre estará lá, nada é totalmente esquecido. Deus, só não me odeie, porque eu morreria se assim fosse". Partes dessas citações também aparecem na versão de Understanding do CD-R Sound Asleep EP e em Origin. Trechos dos filmes podem ser vistos aqui, aqui e aqui.
  • Há 3 versões dessa música, duas no CD-R Sound Asleep EP (sendo que uma já fazia parte do CD-R Evanescence EP) e outra acústica. A versão acústica faria parte do CD-R Evanescence EP, mas foi retirada pouco antes de seu lançamento.
  • De acordo com o EvThreads, o Evanescence incluiu no final da turnê do álbum The Open Door a música Understanding, em uma versão diferente das anteriores; isso foi à pedido dos fãs.

Weight of the World

  • "Eu vivo pelo rock. Com a mudança na gravadora, muita gente achou que tudo seria algo no estilo My Immortal. Mas My Immortal era música do Ben! Eu sempre estava tentando nos colocar numa direção mais doida. Músicas como Weight of the World, Sweet Sacrifice e All that I'm Living for são demais pra mim por causa da adrenalina. Especialmente quanto tocamos elas ao vivo", disse Lee para o site do VH1.
  • "Weight of the World é uma música sobre a pressão dos fãs, mas eu amo nossos fãs e não quero ser rude, só não quero toda essa pressão. É interessante, fazer shows e conhecer fãs depois, visitar vários websites e ver todas as experiências pessoais que eles estão compartilhando ou os conselhos que eles tentam tirar das minhas músicas. Eu realmente respondo algumas vezes e realmente quero continuar. Eu realmente quero estar lá para as pessoas e dizê-las o que penso sobre as coisas, mas ao mesmo tempo eu não sou uma terapeuta ou uma média e não tenho todas as respostas para o significado da vida. O ponto de nossa música é que ela é prounda e eu estou também tentando achar as respostas, e eu acho que nessa música em particular eu estava realmente expressando que isso é muito pressão às vezes, e eu queria dizer a alguns fãs que eu não sou uma profeta e não sei todas as respostas, então você realmente tem que olhar para dentro de si mesmo e começar essa caminhada por si só", disse Lee para o Static Multimedia.
  • De acordo com La FM, em 2007, Weight of the World foi lançada como Radio Single na Colômbia.
  • Escrita por Amy Lee e Terry Balsamo, possui a versão do álbum The Open Door e versões ao vivo. Existe também uma versão radio edit, com um corte na segunda estrofe, mas cuja origem é desconhecida.

Where Will You Go?

  • Existem duas versões diferem um pouco só pelas letras e na sonoridade geral, a do Evanescence EP e a do Origin.
  • A versão do CD Origin apresenta a mesma finalização que a música Anywhere do mesmo CD. No encarte deste CD, a letra aparece errada. A segunda frase que Amy canta é "you play the role of all you long to be", mas aparece escrito "there's something wrong with everything you see", que na verdade é a segunda frase da versão presente no CD-R Evanescence EP.

Whisper

  • Escrita por Ben Moody e Amy Lee (conforme o encarte do CD Fallen). Há 5 versões, uma no Fallen, outra no Anywhere but Home, outra no Demos Bootleg 2001/2002, outra no Sound Asleep EP e outra no Origin. Todas elas diferem quanto aos efeitos eletrônicos e aos vocais. Outras versões de Whisper são comumente citadas como variações de gravação; no entanto, como possuem lançamento somente em revistas antigas de coletâneas e tais modificações assemelham-se à edição simples de computador doméstico, não há como considerá-las oficiais.
  • O coral em latim que inicia a versão do Demos Bootleg 2001/2002 é uma junção de duas faixas da trilha sonora do filme Romeo and Juliet / Romeu e Julieta, o CD Romeo and Juliet: Music From the Motion Picture, Vol. 2. As faixas se chamam O Verona (Reprise) e Death Scene. Você pode ouvir parte das faixas clicando aqui.
  • No FAQ (frequently asked questions) do site oficial do Evanescence, foi explicado o que é dito pelo coral ao final da versão de Whisper para o CD Fallen "Servatis a periculum, servatis a maleficum", que significa "Salve-nos do perigo, salve-nos do mal".

Your Love

  • Poucas informações existem atualmente sobre essa música. Ela foi apresentada em um show privado do NMPA 2008, quando Amy recebeu o prêmio de compositora ícone, e no programa Legends and Lyrics do mesmo ano. A música fala de um amor que não pode dar certo. Escrita por Amy e Tim.

Your Star

  • Escrita por Amy Lee e Terry Balsamo, e favorita dele. Amy teve a inspiração para esta música quando estava em Lisboa, onde naquela noite não havia estrelas, e de alguma forma, se sentiu sozinha.
  • "Uns dois anos atrás (2004), eu estava me sentindo tão sozinha que estava com medo de viajar em turnê. A gente recém tinha chegado em Lisboa e estava no meu quarto me sentindo muito cansada devido à diferença de horários dos fusos, estranha e cansada. Eu só estava em casa quando eu podia ver as estrelas à noite. Mas quando eu olhei pela janela do hotel de Lisboa, eu não pude ver nada porque nós estávamos nessa grande cidade. Essa foi a última gota. Eu me senti tão deprimida, e comecei a cantar esta música", disse Lee para o site do VH1.
  • O coral presente na música canta versos em português, mas com erros gramaticais: "Alma surdo, loucura, o­nde está seu alma? Loucura, todo sozinho".

 * Todas as informações aqui presentes foram retiradas da web, assim como boa parte do conteúdo deste site; os créditos não são nossos.





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