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Soul Embraced resurge

Blabbermouth.net - Dezembro / 2006

O Rock tinha uma banda chamada Soul Embraced, e agora, parece que eles estão se reagrupando e planejando gravar novo material brevemente. Dois novos integrantes já tinham entrado na banda, Jack Wiese(guitarras) e Jeff Bowie (baixo). Uma nova foto da banda foi postada no MySpace da banda.
Originalmente a banda era um projeto do baterista David Sroczynski e William "Rocky" Gray da banda Shredded Corpse, mas o Soul Embraced terminou antes mesmo da criação de uma música para uma "coleção de metal". Rocky recomeçaria a banda com um amigo, Lance Garvin (baterista) , da banda Living Sacrifice, uma lenda do metal, e seu cunhado Chad Moore (vocais). Quando Rocky e Lance não estavam acupados com Living Sacrifice, eles trabalhavam duro para conseguir algum material para seu projeto de death metal. A banda lançou um Ep (1999 "The Fleshless" EP), e tres álbuns, (2000 "For The Incomplete", 2002 "This Is My Blood", and 2003 "Immune") em cinco anos. O album de estréia de Soul Embraced foi relançado em 2006 pelo selo independente da gravadora Blood and Ink Records. Desde 2003, Rocky tem estado ocupado com a banda Evanescence como baterista, e Chad está trabalhando para Rocky tomando conta da parte tecnica das baterias de Rocky.
 

Fonte: Blabbermouth.net
Tradução: Atos Lucas
 
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Amy fala sobre as indicações do Grammy

Aol Music - Dezembro / 2006

A lider do grupo Evanescence estava entre os anunciantes dos nomeados para o Grammy, cerimônia que acontece em Los Angeles, e enquanto sua banda ficou de fora dos nomeados esse ano com o album bem sucedido The Open Door, Lee estava feliz pelos outros artistas.

" O que é realmente legal no Grammy é a musicalidade e o talento", disse ela para o AOL Music. " É bom ver James Blunt nomeado e maravilhoso ver Mary J. Blige nomeada. Ela ainda esta muito bem apesar de tudo agora, e eu sou uma grande fã. E Justin Timberlake, também. O que ele esta fazendo realmente é inovador e legal."

Dando uma olhado no passado da banda no Grammy, ve-se que a banda ja foi vencedora duas vezes, qual foi seu momento favorito no Grammy? " Talvez agora seja o meu momento favorito no Grammy", disse ela. " Isso é legal, porque agora eu não me sinto como se eu não fizesse parte daqui, ou que eu não sei o que fazer ou como sorrir sem parecer envergonhada. Eu sinto como, ' Tudo bem, eu posso fazer isso.' Existem pessoas que são mais jovens que eu e nunca tinha feito isso antes."

E só para explicar melhor, o Evanescence não entrou em nenhuma das indicações pelo fato de seu album ter sido lançado depois da data permitida para concorrer ao Grammy.

Fonte: Aol Music
Tradução: Atos Lucas
 
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MĂşsicas que mudaram minha vida

Revista Kerrang - Outubro / 2006

Requiem - Wolfgang Amadeus Mozart
"Eu amo Mozart, ele é o meu compositor clássico favorito. Eu ouvir "Requiem" pela primeira vez quando eu vi o filme "Amadeus", quando eu tinha 10 anos e era tipo "eu quero ser como o Mozart, eu quero ser um gênio". Mesmo assim minhas canções preferidas dele não eram famosas, era a "Requiem", que ele escreveu e o levou a loucura compondo e ele morreu sem terminar a música. E eu era uma rainha do drama, mesmo com apenas 9 anos"

Halo - Depeche Mode
"Sabe quando você ama uma música e ouve ela sem parar? Eu definitivamente fiz isso com essa música no ano passado. Muitas músicas do Depeche Mode são geniais, e essa é legal pra mim porque não é sobre nada convencional. É sobre duas pessoas que tem relacionamentos e ficam se seduzindo para 'pular a cerca'. É dark e legal, tipo "vamos deixar a culpa de lado agora, a gente irá pagar por isso depois".

Jeremy - Pearl Jam

"Jeremy" foi uma música e tanto pra mim quando eu era mais nova. Eu era uma jovem de 10 anos cheia de angústia e eu amava essa música porque era sobre estar por baixo, e era como eu me sentia. Como uma adolescente em crescimento no colégio, eu era uma nerd artista e esta foi uma das músicas que ouvia sem parar".

Joga - Björk
"Eu preciso escolher uma canção dela, porque ela é uma grande influência pra mim. Eu sempre gostei dessa música, do álgum 'Homogenic', chamada Joga e o refrão diz: 'estado de emergência, é aonde eu quero estar'. Tem essa levada bem forte e melodias bonitas. Eu não faço a menor idéia do que ela fala na música mas essa faixa é insanamente legal".

Duality - Slipknot
"Eu amo muito 'Duality', menos Slipknot. É a número 1 na minha lista de malhação, aquela música q te dá motivação. Minha malhação tem uma mistura de música pesada, porque me deixa nervosa. ARRGH! Eu odeio malhar. Eu só voltei a fazer uns meses atrás porque eu voltaria a tirar fotos, mas ultimamente eu vou pra academia umas 2 vezes por semana".

Y'all want a single? - Korn
"Eu amo essa música: sempre que eu fico brava por estar brigando com a gravadora ou qq coisa do tipo, essa música me faz sentir bem. Quando saiu se tornou minha música favorita: Terry e eu sentamos no carro e curtíamos a canção, e saímos. Nós estávamos na Flórida por um tempo compondo e esta era a nossa música".

Helena - My Chemical Romance
"Eu acho eles o máximo. Eles são apaixonados e têm um ótimo visual, um bom som, eles têm tudo. Nós estamos usando o mesmo diretor que fez os clips deles, Marc Webb, pelos menos pros próximos 2 clips, e eu estou realmente animada por isso. Eu acho que vai ser ótimo estar em turnê juntos, mas não sei como faremos".

Girls just wanna have fun - Cindy Lauper
"Eu irei ouvir essa música quando eu estiver limpando a casa. Eu tenho piso de madeira. Eles ficam empoeirados. Mas eu odeio limpar a casa! Quando eu tinha 11 anos minha mãe dizia "Como você pode viver assim? Parece uma porca, vá limpar seu quarto". Eu vivo numa desordem porque eu sou perfeccionista quanto à arte e isso toma todo o meu tempo (rs)".

Fonte: Revista Kerrang
Tradução: Mitchy
 
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Tudo velho no novo gĂłtico

Amy Lee é a musa do pessoal que recicla a cosmética de bandas dos anos 70
Revista Veja - 11 de Outubro / 2006

Amy Lee tinha 15 anos quando mostrou ao mundo sua, por assim dizer, arte. Sua mãe leu os poemas que a filha escrevia às escondidas e ficou horrorizada – caso para acompanhamento com psiquiatra ou, pelo menos, uma receita de antidepressivos, sugeriu ela. Amy fez melhor: passou a ganhar dinheiro com seus versos. Juntou sua melancolia à do guitarrista Ben Moody e criou o Evanescence, que em 2003 vendeu 14 milhões de cópias (250.000 delas no Brasil) de Fallen, seu álbum de estréia, e ajudou a consolidar a popularidade dos tais neogóticos. O movimento (se é que se trata de um), como o nome já esclarece, recicla a cartilha das bandas góticas dos anos 70 – o Bauhaus principalmente –, nascidas como uma versão mais angustiada do punk. Não que os grupos originais fossem, assim, renovadores do existencialismo. Mas tinham lá suas pretensões artísticas. Os góticos de hoje, ao contrário, se dão por satisfeitos em pescar influências do heavy metal e dos clássicos mais batidos, e em carregar na maquiagem e na atitude sombria. Em todos esses sentidos, The Open Door, o segundo disco do Evanescence, que chega às lojas brasileiras nesta semana, é um exemplo consumado de neogótico.

Amy Lee, 24 anos, fornece em suas entrevistas o bê-á-bá do gótico reformatado. Diz que é angustiada e não se sente confortável com o mundo. A adolescência, segundo ela, foi "um inferno" (e a de quem não foi?). Amy era hostilizada pelas colegas de classe porque se vestia de preto e não tinha paciência para esportes. Seu único amigo era Ben Moody, que compartilhava o gosto pela música. Compor, afirma Amy, passou a servir como forma de expor seus problemas. A julgar por suas letras, eles incluiriam romances abusivos e tentativas de suicídio – o que pode ser exagero, já que de sua biografia constam apenas as turbulências comuns aos pop stars. Moody, com quem Amy teve um namoro complicado, largou a banda no meio da turnê do primeiro disco. Seu substituto foi internado por causa de um problema de saúde, e no ano passado Amy dispensou um namorado por causa do seu vício em drogas pesadas. Não há nada nessa trajetória simplezinha, enfim, que diferencie Amy de tantos outros jovens ídolos da categoria de, digamos, Avril Lavigne (que, aliás, recrutou Moody para tocar em seu último CD).

O que conduz à conclusão de que ser neogótico é uma questão mais de cosmética do que de filosofia. Amy e seus colegas abusam do lápis preto nos olhos e das roupas escuras, mas não estão em busca de uma explicação para os componentes aleatórios da existência. Nem sequer se exige mais dos adeptos do movimento que freqüentem cemitérios e contemplem o estatuário fúnebre como forma de apreciar a finitude humana. Amy jura, por exemplo, que a canção Lacrymosa é inspirada no monumentalmente soturno Réquiem de Mozart, mas nem o próprio seria capaz de adivinhar ali sua influência. Com seu som pesado e letras tristinhas, os novos góticos ficam a meio caminho entre o heavy metal e os "emos", aquele pessoal que acha que a vida é muito sem graça. Ou seja, ficam no mesmo lugar em que o pop mediano sempre esteve. Num lance impensável para um gótico de carteirinha, inclusive, Amy anda feliz no amor. O eleito – O tempora! O mores! – é ninguém menos do que seu terapeuta.

Por Sérgio Martins

Fonte: RevistaVeja
Créditos pela transcrição: Thalyta
 
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Renascido das cinzas

Jornal "O Povo" - Ceará - 08.10.2006

O grupo Evanescence retorna ao cenário musical com o álbum The Open Door, promete recuperar o tempo ausente e avisa que em breve vai fazer um show no Brasil. Saiba em quais confusões o grupo se envolveu, o que os teens acham do Evanescence e do que trata o single "Call me when you're sober"

O nome da banda não poderia ser mais sugestivo: Evanescence! Segundo o grupo, a palavra quer dizer "aquilo que evapora, desaparece". E foi isso que aconteceu! Depois da explosão de sucesso em 2003 com Fallen, a banda liderada por Amy Lee começou a passar por vários problemas (veja os detalhes no quadro abaixo). Mas como uma fênix, que ressurge das cinzas, eles estão de volta, provando o que a vocalista sempre fez questão de afirmar. "Evanescence é justamente o contrário do futuro da banda. Nós viemos para ficar", avisa a bela de olhos verdes e voz afinada durante entrevista à TV brasileira.

O grupo saiu do caipira estado do Arkansas, nos Estados Unidos e ganhou reconhecimento musical com dois Grammy - melhor performance de hard rock e artista revelação - e 14 milhões de cópias vendidas. Com um som diferente, misturando o som melódico com o rock pesado, definir o estilo do Evanescence é ousadia demais. Suas letras estão sempre explorando o obscuro e temas introspectivos do amor e desespero. E, pelo jeito, mesmo um tempo afastados, continuam apostando nessa mistura para o próximo CD.

Na próxima terça-feira, dia 3, The Open Door, o segundo disco do Evanescence chega às lojas de todo o mundo. Com 13 faixas inéditas, a parceria de Amy Lee e Terry Balsamo promete surpreender os milhares de fãs. Com um som mais pesado e arranjos mais complexos, o single "Call me when you're sober" está em primeiro lugar no Top 20 da MTV há duas semanas consecutivas e já é uma das mais pedidas nas rádios de todo o País. Descrita como um triste arranjo de cordas e órgãos, Amy faz questão de confirmar que a música foi inspirada na sua relação com o ex-namorado, Shaun Morgan. O clipe da música foi divulgado oficialmente a partir de agosto e é inspirado no conto do Chapeuzinho Vermelho.

No site de relacionamentos Orkut, a banda não poderia ficar de fora. Assim como todos os grandes sucessos, o Evanescence está em mais de 800 comunidades. Destaque para as discussões nos fóruns sobre os singles, a voz lírica e a beleza de Amy lee, a briga entre os integrantes e a possibilidade de um show no Brasil. E sobre esta última, tem novidade! O Evanescence confirmou que vai tocar no País, provavelmente em março ou abril. Prepare-se!

Brigas e intrigas
Não é a primeira, nem a última vez que integrantes de uma banda brigam e um acaba desistindo da carreira artística. Mas o que aconteceu com Evanescence chama a atenção! Eles estavam no auge do sucesso, com várias músicas emplacadas nas paradas internacionais, quando o guitarrista e fundador do grupo Ben Moody abandonou a banda em plena turnê européia. "Ele nunca mais vai voltar para o grupo. Ben não estava feliz na banda, tinha problemas pessoais. Eu e ele vivemos melhor longe um do outro", avisa Amy, ainda chateada. Nos últimos tempos, o ex-integrante tenta se reaproximar, mas ele já é considerado passado para o grupo. Quando tudo parecia resolvido - o guitarrista foi substituído por Terry Balsamo - surgem mais problemas. O baixista Will Boyd também desiste do Evanescence e Amy decide processar o empresário da banda por assédio sexual e por usar o dinheiro dela para comprar presentes para a amante. E mais, no fim de 2005, quando já estava sendo finalizada a produção dos segundo álbum do Evanescence, Terry Balsamo, aos 33 anos, sofreu um derrame cerebral e ainda está em recuperação. Mas os roqueiros são persistentes e mesmo com tantos problemas, continuam firmes no lançamento do CD. "A gente lança o disco novo em outubro e sai para excursionar na seqüência. O Terry vai ficar legal até lá", confia a vocalista.

* Descubra quem saiu e quem entrou no grupo Evanescence
Integrantes atuais

* Amy Lee - Vocais, Piano (co-fundadora, desde 1994)
* John LeCompt - Guitarra Base (desde 2001)
* Terry Balsamo - Guitarra Solo (desde 2003)
* Tim McCord - Baixo (desde 2006)
* Rocky Gray - Bateria (desde 2001)

Ex-integrantes
* David Hodges - Piano, Backing vocal (1999 - Dezembro de 2002)
* Ben Moody - Guitarra Solo (co-fundador, 1994 - 22 de Outubro de 2003)
* Will Boyd - Baixo (2002 - Junho de 2006)

por Viviane Gonçalves, da Redação

Fonte: http://www.opovo.com.br
Créditos: Alan Uchôa
 
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Kerrang - Setembro/2006

Resenha do disco na revista Kerrang

"Quando Ben Moody saiu do Evanescence em 2004 para seguir carreira como compositor profissional, parecia que com isso havia mandado Amy Lee em uma viagem só de ida para a ilha dos condenados, levando consigo todos os remos disponíveis. Como guitarrista ele era de certa maneira uma comodidade dispensável, mas como principal compositor por trás do álbum 'Fallen' de 2003, que vendeu 14 mil cópias, ele era uma engrenagem vital na máquina do Evanescence, sendo portanto insubstituível. Ou assim se poderia pensar, já que o novo álbum 'The Open Door' não é apenas um bom álbum que supera o 'Fallen' de fato, ele é também um salto massivo de criatividade em um território muito mais épico, excitante e musicalmente completo que o de seu predecessor, que soava de alguma forma restrito.

Toda a atmosfera no decorrer do álbum é de um peso elegante. As guitarras estão MUITO mais pesadas que antes por um lado - com riffs ocassionais que remetem até mesmo aos níveis de escuridão melódica do My Dying Bride -, enquanto por outro há inflências clássicas muito mais proeminentes nesse trabalho, com maior destaque para cordas e coros, e em todos os momentos mantendo firme a marca registrada da banda com versos e refrões que seguem uma linha pop-dark.

Opondo-se a esse brilhantismo clássico há a apropriação de um novo elemento eletrônico à la Björk, que cria uma atmosfera difícil de se descrever. Batidas eletrônicas, baixo sujo e distorcido, vocais esquálidos, todos esses elementos aparecem no decorrer dos momentos mais reservados de 'Cloud Nine' e 'Lose Control', antes de ambas faixas explodirem em riffs excelentes e grandiosos acompanhados de floreios orquestrais. Durante os momentos nos quais esta pompa atinge tons febris, como ocorre em 'Snow White Queen' e 'Your Star', os vocais de Amy Lee são esplêndidos; em parte uma vocalista de rock humana, em parte uma sirene operística com garganta privilegiada. E isso soa brilhante, particularmente na faixa central do álbum, 'Lacrymosa', onde as partes clássicas e o peso das ótimas guitarras se entrelaçam perfeitamente para criar um estonteante coro majesticamente dark num estilo wagneriano.

Não que o Evanescence tenha se tornado um Nightwish, mas ainda assim há uma forte e inegável linha clássica permeando o metal gótico que é marca registrada da banda.

Muito antes de uma nota das novas músicas ter sido escrita, críticos de língua afiada escreveram que o Evanescence sem Ben Moody seria como um Bavid Beckham perneta, um Ron Jeremy após a operação, ou como a parte da frente de uma fantasia de cavalo para duas pessoas, a parte fotogênica e com voz de anjo.

É irônico, diante disso, que 'The Open Door' é um ótimo álbum e leva a especular se a saída de Moody não foi a melhor coisa que já aconteceu à banda.

Para fàs de: Within Temptation, Lacuna Coil.

Por Nick Ruskell"

 
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Revista Francesa Tribu Rock - 29/07/2006

Foto da página da revista

(Obrigado ao Ghetto Fabalus por postar a scan no EvBoard. Tradução pro inglês por Ammer)

Dois meses antes do mundo, Tribu Rock terá acesso ao ultra protegido álbum e você poderá linkar a relação entre as faixas que completam o 2º álbum, que está sendo esperada há 3 anos.

"Forte decolagem"

Os riffs de guitarra são um grande começo para este álbum; a voz deslizante reveza-se em "Sweet Sacrifice" que abre o álbum e dá o tom, 'Você foi advertido, esta rasgará!". A segunda faixa, as primeiras notas são de uma introdução de piano (que revitaliza a reputação do grupo) que resoa e muda rapidamente a um frenético, nervoso, angustiado rítmo amplificado pela queixa da Amy Lee em que exige "Me chame quando você estiver sóbrio!". Seguindo rapidamente é a faixa irritada e energética "Weight of the World", alternando entre as passagens rápidas e lentas, um clássico do grupo.

"Salto místico"

A primeira questão que podemos perguntar é sobre a 4ª faixa "Lithium"; é alguma homenagem ao álbum do Nirvana? A primeira balada melancólica é repleta de intensas emoções e a voz da Amy ascende às guitarras e à melodia. Na "Cloud Nine", nós somos erguidos à um universo que é importante ao grupo e parece com a música "Haunted". Uma descida ao coração de um abismo, um clima obscuro que nos lembra os clássicos do horror. Uma faixa que foi colocada em 5º para introduzir a faixa seguinte, "Snow White Queen", um convite para um mundo de faz de contas com fadas, revisto pelo grupo. A faixa mid-tempo faz você pensar que ou a Branca de Neve voltou da lua de mel, ou ela é refém num castelo pelo seu possessivo Príncipe Encantado. Como sempre, contos de fada terminam num momento que é prometido pra nós, que eles irão casar e ter vários filhos...

"Os corações das emoções"

Mesmo que "Snow white" não termine de secar suas lagrimas, "Lacrymosa" alcança o coração em um tom místico, nós propomos a primeira ponte verdadeira do album, nós nos beneficiamos dele como ele afunda em um modo perto de "Fantasia" por JRR Tolkien. A segunda balada do álbum, "Like you", tem grandes arranjos de guitarra que são colocados para complementar o piano, e permite que esta trilha romântica se resuma a um poema do 1º século. Esta impossível historia romântica termina como uma chamada sem esperança. Tocante.

"Explicação das letras"

A nona trilha do album, "Lost control", começa como um mid-tempo por 45 segundos e estica-se por +/-de 5 minutos. Uma parte muito madura dentro de seus arranjos e construções, sem dúvida, a parte de bravura dentro deste album. "The Only one" começa também como o mid-tempo, as guitarras que alternam com o piano. Sem dúvida, essas faixas lembram "Bring me to life". Finalmente chegando em "your star", no qual a intro do piano lembra imediatamente de música para um filme. Muito nostálgica e melancólica esta parte mostra gradualmente o poder alcançar sua crise no fim de três minutos, termina em um climax.

"Final que rasga"

Duas trilhas terminam o álbum. A primeira "All that I´m leaving for" é apresentado como um duelo entre a vida e a morte, a complexidade de cada um que está sendo rasgada por sopros paradoxais. O tema do duelo ou da essência é o mesmo para o Evanescence. "Good enough", a música mais longa do álbum (5 minutos e 31 segundos) mistura o piano e cordas em uma melodia bonita que se diminuiu. Cerca o album como uma ode à realização de um trabalhador, da vida. A voz de Amy Lee carrega a parte para um nível novo e ergue-se como uma alma que deixa seu corpo com facilidade.

 
Scan da revista e transcrição pro inglês enviado pelo usuário do fórum Airsck
(muito obrigada!)
Traduzido por: César Rossi (foi mto foda traduzir tudo isso ai, portanto se quiser utilizar em seu website, peça!!)
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"Evanescence termina de gravar o vídeo "Call me when you´re sober"

Mtv.com - 29/07/2006

Amy Lee não em medo do lobo mau. Nem de uma sala cheia deles. Na verdade, no clip de "Call me when you´re sober", Amy fica um pouco poderosa com um lobo.

"Esses lobos reais vieram, e cada um deles tinha um treinador e foi muito divertido", disse ela no set de Hollywood no começo do mês. Marc Webb (AFI, My Chemical Romance), assinou a direção do clip. "Eu achei que seria divertido, mas quando eles vieram, eles tinham uns 60 kilos. Então eu fiquei assim 'wow, se eu estivesse de quatro, eu teria quase o mesmo tamanho desse animal enorme'. Mas era eu e os lobos na sala, e foi bem legal. Foi o máximo. Minhas alergias apareceram, mas eu passei bem. E daí nós filmamos a cena com o Grande Lobo Mau vindo por cima dos meus ombros e tentando me seduzir".

O vídeo, que estréia dia 7 de agosto na MTV (EUA), terá a Amy usando um capa vermelha de cetim, sentada num local antigo. Um jovem homem - com cristalinos olhos azuis e cabelos meio compridos e bagunçados - aproxima-se dela por trás, acariciando seus ombros e beijando suavemente seu pescoço enquanto ela tenta recuar.

"A música é tão literal, a letra e tudo mais - digo, obviamente, só pelo título - que sentimos como que o vídeo teria a liberdade para ir numa direção menos literal", explica ela. "Então é [uma reinvenção moderna] a Chapéuzinho Vermelho e o Lobo Mau mais legal, superheroína e roqueira.

No clip, o capuz inimitável extrai o melhor do lobo, seguindo por uma cena em que ela destrói uma mesa, manda as cadeiras e comida para o outro lado da sala. E daí ela manda o lobo passear - sem trocadilhos. Oh, e também há uma cena que a Amy - erguida por 4 dançarinos asiáticos, com roupas pretas de couro - levita.

O single de estréia do cd "Call Me When You're Sober", não terá a participação do Will.

O assunto da música, diz Amy, envolve "algo que todos nós ja vivenciamos" - a frustração de "lidar com alguém com algum vício, o que é muito difícil, especialmente quando se trata de alguém que você ama". A Amy não escreve as canções de forma literal, apesar disso.

"É bem novo para nós, e divertido, na verdade", diz. "Este álbum, eu meio que me puxei até o limite e fiz todas as coisas que eu talvez não fosse corajosa o bastante para fazer ou apenas porque eu estou mais velha e madura agora e - não sei - uma melhor compositora. Eu trabalhei muito mais e eu acho que as músicas estão melhores e eu estou muito animada. Eu gostaria que o álbum saísse na semana que vem"

"Eu sinto como se eu tivesse a habilidade de fazer muitas coisas que eu não conseguiria fazer anes, por inúmeras razões", continua. "Como música, eu sinto que posso fazer tudo. Este álbum é completamente como eu queria que fosse em todos os níveis, e é mais parecido comigo e com minhas composições. Eu sinto como se várias portas tivessem se aberto pra mim - mas recentemente, eu aprendi a me libertar, 'ok, chega', cortar alguns laços e seguir em frente - aprender a dizer não e olhar para a felicidade".

Amy, que pretendo fazer uma turnê com a banda na época do lançamento do CD, disse que a última faixa é diferente de tudo que a banda já fez.

"É chamada 'Good enough', e é completamente, completamente, completamente diferente pra mim porque é tem um final feliz. É a última canção composta pro cd, e é a mais corajosa, eu acho, pra mim porque eu tive que contar a verdade e a verdade é, eu sinto, melhor agora. O resto do cd é bem agressivo e pesado e tudo mais, mas a última é como 'eu fui para um bom lugar que eu estava pretendendo ir e eu escrevi como me eu senti bem'. Ficou ótima, mas diferente do que já fizemos. Eu apenas tenho que escrever com o coração e ser honesta, porque eu acho que é o que as pessoas amam sobre a nossa música e se algo muda, muda".

- por Chris Harris e Corey Moss

 
Matéria original: Mtv.com
Traduzido por: Michele. (foi mto foda traduzir tudo isso ai, portanto se quiser utilizar em seu website, peça!!)
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"Eu nĂŁo tenho mais medo "

A vocalista do Evanescence, Amy Lee, explora seus problemas pessoais com "The Open Door"

Revista Kerrang - 29/07/2006

Clique nos links para Scans da revista: capa - scan1 - scan2

A vocalista do Evanescence, Amy Lee, falou exclusivamente com a Kerrang! sobre o próximo cd, sucessor do "Fallen". "The Open Door", que foi gravado em Los Angeles no estúdio The Record Plant, pelo produtor do "Fallen", Dave Fortman, é mais pesado, mais sombrio e sonoramente mais elaborado que as coisas que o quinteto já fizeram, então todo mundo que pensou que eles iriam ficar mais suaves devido ao tempo ausente ficará desapontado.

"Eu imagino que seja a percepção natural", diz Amy, com 24 anos. "Eu sou a garota, sou a vocalista e toco piano, então 'obviamente' toda o peso das músicas devem vir do Ben (ex-guitarrista) ou do resto da banda, e isso não é mesmo a verdade. Nesse álbum as guitarras estão mais relacionadas, interessantes e musicalmente completas e o piano também. Eu voltei a praticar piano e reaprendi várias partes de músicas clássicas que eu não tocava há décadas, me ajustei e começou a ficar divertido compôr porque não fazia isso há um bom tempo. Foi tão bom, todos piramos com isso."

A gestação do novo álbum, no entano, foi tudo menos fácil para a Amy e para seus companheiros de banda. Houve muito tumulto - tanto profissional quanto pessoal - no campo do Evanescence. Primeiro, houve a saída repentina do Ben Moody no fim de 2003, que foi substituído pelo ex-guitarrista do Cold, Terry Balsamo. A banda também teve a batalha no processo multi milionário contra o ex-empresário, que incluíam negligência e assédio sexual, daí o novo parceiro da Amy teve um derrame em novembro passado, mas agora se recupera, e a Amy terminou seu namoro de 2 anos com o vocalista do Seether, Shaun Morgan. O baixista da banda também se demitiu no começo do mês. Nem precisa dizer que todo esse drama serviu de pivô e combustível para a criatividade do novo álbum.

"Sempre contribui", admite Amy. "As grandes e assustadores dificuldades na minha vida parecem inspirar as melhores músicas. Como eu disse várias vezes e afirmo, música é minha terapia: eu realmente escrevo quando preciso de cura. As coisas ficaram difíceis. Tudo vagarosamente tornou-se estranho e estranho em várias partes da minha vida, e eu tive um relacionamento que ficou amargo, e muitas das composições são sobre isso: é uma coisa simples, mas todo mundo passa por isso e é apenas a vida, é o que acontece".

Lee também revela que o primeiro single do cd, "Call me when you´re sober", foi inspirado no seu relacionamento em declínio. "É sobre rompimento, mas se aplica à várias pessoas na minha vida naquele momento, na verdade", diz Amy. "Eu escrevi isso, eu me referia ao rompimentos pelo qual eu estava passando mas daí eu pensei 'wow, isso também se aplica à 3 outras pessoas que eu estou lidando no momento'. O drama que aconteceu serviu de energia àquelas canções e daí eu ouvi o meu próprio conselho e lidei com as situações e cresci com isso".

O álbum de 13 faixas, que conta com programações pelo DJ do Limp Biskit, Lethal, possui as seguintes faixas 'Sweet sacrifice', 'Call me when you´re sober', 'Weight of the world', 'Lithium', 'Cloud nine', 'Snow white queen', 'Lacrymosa', 'Like you', 'Lose control', 'The only one', 'Your star', 'All that i´m living for' e 'Good enough'.

Atravessa um suculento e sombrio território épico num espaço entre Danny Elfman e Dimmy Borgir, e também inclui uma adaptação da música Lacrimosa de Mozart do infame 'Requiem', com vários riffs de guitarra por cima, logicamente.

"Eu tive várias superações", confessa Amy. "Muito do processo de criação foi como se eu estivesse chutando meu próprio traseiro pra fora. Eu acho que da última vez eu estava presa à apenas 1 lado do espectro, e dessa vez eu passei por diversas emoções e sentimentos. Musicalmente, eu me senti livre pra fazer o que eu bem entendesse, isso é 1 parte, num sentido literal, e quanto à parte que diz respeito à mim, eu sinto como se várias portas tivessem se aberto pra mim. Um monte de 'sou eu derrubando a porta'. No 'Fallen', eu sentia como se eu soasse presa, presa pelo menos, tipo 'me ajude, me ajude'. Dessa vez eu sinto como se tivesse aberto a porta e atravessado ela, e eu não tenho mais medo".

O single "Call me when you´re sober" será lançado dia 25 de setembro pela Wind-Up Records/Columbia, seguido pelo álbum dia 2 de outubro.

 
Matéria original: Revista Kerrang
Traduzido por: Michele. (foi mto foda traduzir tudo isso ai, portanto se quiser utilizar em seu website, peça!!)
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Membros da banda saindo Ă s moscas

Chart Attack - 17/07/2006

A cantora do Evanescence, Amy Lee disse a todos que o baixista William Boyd não está mais na banda. "Há algumas semanas atrás o Will decidiu deixar a banda", disse Amy no EvBoard. "Ele disse que ele simplesmente não pode ir pra uma outra grande turnê agora e quer ficar um pouco mais perto de sua família".

Lee acrescentou que o Evanescence "ama muito o Will" e que eles todos desejam à ele "nada mais que felicidade em tudo que ele faça. Nós temos tocado música juntos desde a época que eu estava na escola. Eu ja sinto a falta dele". Lee se certificou que a saída do Will não irá dificultar o lançamento do cd, The Open Door, dia 3 de outubro. A banda procurará um substituto para o Boyd, mas Lee não acredita que a busca por um novo baixista atrapalhe os planos da turnê da banda.

A saída do Will é o segundo rompimento que a banda sofreu. Em 2003, o guitarrista principal e compositor, Ben Moody, os deixou de repente e sem ética. Moody foi substituído pelo guitarrista do Cold, Terry Balsamo, que quase saiu permanentemente quando sofreu um derrame causado por um inchaço na árteria do pescoço.

Amy brigou com o seu empresário, Dennis Rider no ano passado, e os dois lados se processaram numa disputa particularmente sexual.

- Scott Bryson

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Mensagem completa postada no EvBoard: "Oi pra todos. Nós tivemos umas semanas difíceis , cheia de imprensa, fotos e um incrível vídeo que eu sei que vocês vão amar.
As coisas estão ficando demais e eu estou ficando muito feliz com o novo álbum. Infelizmente, eu tenho uma notícia triste. Há algumas semanas atrás, Will decidiu deixar a banda. Ele disse que ele simplesmente não pode ir pra uma outra grande turnê agora e quer ficar um pouco mais perto de sua família. Turnê é o tipo de coisa que você tem que sacrificar sua vida por ela, então nós todos entendemos. Nós amamos Will muito e desejamos a ele nada mais que felicidade em tudo que ele faça. Nós temos tocado música juntos desde a época que eu estava na escola. Eu ja sinto a falta dele. Amo vocês pessoal, não se preocupem sobre isso com a banda - nada mudou na agenda e nós estamos todos empolgados pra sair e tocar de novo. Vejo vocês em breve!
Com amor,
Amy"

 
Matéria original: Chart Attack
Traduzido por: Michele Tyszler.
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