Fallen ficou dentro os álbuns de uma lista daqueles que completam 10 anos e merecem ser lembrados. Leiam abaixo a parte que fala do Evanescence:
"3ª posição – Fallen (Evanescence)
por Rubens Rodrigues
(Twitter)
Quando o Evanescence surgiu em 2003, aparentemente do nada, eles rapidamente tornaram-se conhecidos como a sensação daquele ano. O hit “Bring Me To Life” apresentou uma banda pronta para dominar as paradas do rádio, entretanto a surpresa estava nas demais faixas do álbum.
Apesar de ser impossível rotular a banda de tal forma, faixas como “Going Under” e “Everybody’s Fool” são repletas de riffs característicos do New Metal que se contrapõem à voz afinadíssima da vocalista Amy Lee. O piano, portanto, é um dos grandes destaques do disco. Usado para estabelecer certa sensibilidade em canções mais pesadas como “Taking Over Me”, consegue se assumir como elemento principal na melodia de “My Immortal”, por exemplo.
A mistura poderia ter soado com certa estranheza, mas o mérito de Fallen é justamente mesclar todos esses elementos sem forçar para nenhum dos lados. Guitarras, piano, orquestra, corais e elementos eletrônicos. Até versos em latim podem ser ouvidos na apocalíptica “Whisper”. Está tudo aqui, em perfeita harmonia. Não é de se admirar que o grupo tenha levado dois Grammys para casa no ano seguinte."
Obrigado ao Helton_evanmidia pela dica!
Em mais uma lista publicada pela Loudwire, os "vídeos mais românticos do rock" é a nova categoria em que o Evanescence aparece com "Bring Me To Life". Vejam o que eles tem a dizer:
Amor.... é uma poderosa emoção e uma das que vários rock stars tem lamentado sobre em várias e várias canções por anos. Quer seja uma paixão, romance ou "destruidor de corações", não há dúvida que o amor faz a música no mundo girar. Amor oferece tanto criativamente para artistas se expressarem através da música... e, em alguns casos, vídeos de música também.
Junto com nossos parceiros Ultimate Classic Rock e Diffuser.fm, nós fizemos uma lista dos vídeos mais românticos do rock. E não há dúvida que você vai sentir suas cordas do coração puxadas por tipos como Evanescence, Buckcherry e Guns N' Roses, entre outros. Então vamos começar a espalhar um pouco de amor clicando no botão vermelho abaixo para ver nosso primeiro vídeo romântico do rock.
Obs.: para acessar o "botão vermelho" e ver a lista completa dos vídeos mais românticos, acessem o post oficial.
Sobre o vídeo de "Bring Me To Life", o primeiro da categoria, vejam abaixo:
Se alguma vez houve uma artista que deveria ser escolhida para a trilha sonora de um romance, seria Amy Lee do Evanescence. O alcance e a emoção que ela traz para a música tende a puxar as cordas do coração, e quando você tem o conteúdo lírico em uma música como “Bring Me To Life” , isso é simplesmente a cereja no topo do bolo.
Em mais um votação promovida pela Loudwire, o single "Bring Me To Life", do álbum "Fallen", foi considerado a 3ª melhor música Hard Rock do século 21. Vejam a tradução da nota oficial abaixo:

A banda de rock vencedora de Grammys, Evanescence, invadiu nossos tímpanos pela primeira vez com seu infectante single "Bring Me To Life", com participação de Paul McCoy do 12 Stones. A música veio do álbum de estreia de 2003, "Fallen", que foi duas vezes considerado Platinum e esteve no topo de listas internacionais.
A música foi significante por ter marcado o principal avanço para líderes femininas de bandas em um tempo que as músicas rock eram dominadas por artistas masculinos.
O 2º lugar ficou com a música "In The End", do Linkin Park, e o 1º lugar foi da muito tocada "Chop Suey!", do System Of A Down.
Foi divulgado ontem o resultado da premiação do Loudwire Music Awards: Amy venceu na categoria Deusa Rock do Ano 2012 com 45,76% dos votos! Confiram abaixo a tradução da notícia oficial:

Depois de perder por pouco para Sharon den Adel do Within Temptation na competição "Deusa Rock de 2011", a cantora do Evanescence, Amy Lee, conquistou a honra da premiação "Loudwire Music 2012" - graças ao apoio exaustivo de seus devotos fãs.
Lee assumiu a liderança desde o começo e nunca a perdeu ao longo do processo de votação. Com 45,76%, a líder do Evanescence contou com quase metade das dezenas de milhares de votos que foram efetivados nesta categoria.
A corrida acabou dando o segundo lugar para Lzzy Hale, do Halestorm, deixando Maria Brink, do In This Moment, e Cristina Scabbia, do Lacuna Coil, para trás.
Pelo Twitter, Amy agradeceu aos fãs: "Ei, obrigado por votarem em mim! Deusa do Rock vai ficar DOCE nos meus novos cartões de crédito"

Vejam a notinha de uma entrevista da Kerrang! de novembro, que foi postada pelo "Evanescence Lebanese Fans"
K: Então, Amy é mais difícil se conectar com o público em um estádio?
Amy: Acho que não. Eu posso me deixar levar porque lá tem sempre que ser íntimo. Ainda há momentos e algumas músicas em que eu possa entrar no ritmo, chegar perto e fazer contato visual. Aconteceu esta noite. Eu realmente prefiro os estádios. Em parte, porque lhe dá a sensação de algo grande, épico e tipo "fiz isso!", mas também porque você tem um bom som no palco.
K: O que acontece quando você fica doente em uma turnê?
Amy: Essas músicas não são fáceis de cantar e eu fiquei doente algumas vezes durante esta turnê. Eu estou bem agora, então não quero que as pessoas se preocupem comigo. Eu tive bronquite algumas vezes e parece que gastei todo o tempo tentando melhorar. Não tanto por cantar mas por correr em todas as direções, viajando e conhecendo pessoas. Como a maioria delas recebeu um abraço, eu acabo infectando todos! Mas, deixando de lado o que fazer para se manter saudável, a coisa mais importante para a minha voz é que posso dormir bem e beber muita água.
K: É provável que o Evanescence vá fazer uma longa pausa agora?
Amy: Certamente não vai voltar para o estúdio e eu estou com a mente aberta para o futuro. As pessoas falam sobre a necessidade de manter o ritmo, mas, honestamente, eu não me importo. Eu amo fazer música e eu me sinto responsável para com os nossos fãs, mas eu sempre digo a mim mesma que o que eu tenho feito é suficiente. Isso é incrível, mas eu preciso de tempo para sair da luz. Eu prefiro ficar anônima do que ser famosa. Eu nunca vou parar de fazer música, mas para manter a ordem e equilíbrio na minha vida eu preciso esperar até que eu esteja realmente pronta novamente.
The Lowdown
Entrevista com Amy Lee do Evanescence

“...Eu acho que de várias maneiras, por ser uma mulher, eu tenho usado isso ao meu favor...”
Recentemente nomeados para o MTV EMA na categoria “Melhor Performance em Turnê”, a banda vencedora de Grammys Evanescence já vendeu mais de 23 milhões de discos ao redor do mundo e, com o seu último single subindo para mais de 8,5 milhões de visualizações no YouTube, é fácil ver que esse quinteto arrasador que resume o sucesso do rock, apesar de ser uma banda diferente em seu gênero, ainda é muito falado por seus milhares de fãs ao redor do mundo.
Tendo gasto o verão fazendo shows esgotados para os fãs na Europa, Evanescence também está escalado para tocar no Reino Unido, que vai marcar sua primeira visita desde o sucesso de seu álbum auto-intitulado nº 1 na Billboard, Evanescence, lançado em Novembro de 2011.
Renomado por seu puro e orquestral arranjo rock, bem como pelo lindo e sombrio vocal de sua líder, eles realmente são merecedores do respeito pela indústria como um todo.
A AltSounds teve a oportunidade de falar com a sempre linda e igualmente cativante cantora, Amy Lee...
Na entrevista, Amy responde a perguntas já conhecidas dos fãs, como:
- Algumas de suas grandes influências musicais: Bjork, Tori Amos e Mozart;
- O filme Amadeus a ter inspirado a entrar no mundo da música;
- Em como adora todo tipo de arte, comida e pintura;
- O papel das mulheres numa indústria do rock dominada por homens e quão importante é ser sempre você;
- Fica feliz em poder ajudar os fãs a entender e compreender seus sentimentos através de sua música;
- No que fizeram durante o tempo parados e na falta de planos para o futuro;
- As complicações de se estar em turnê e no prazer em conhecer novos lugares.
Destacamos, aqui, as partes mais interessantes da entrevista:
AltSounds: Você se tornou uma grande influência na indústria do rock; como você vê a indústria em 2012 em termos de coragem e poder femininos? Você acha que ainda é muito difícil para mulheres avançarem? Ou você acha que tem se tornado fácil? Os homens terão sempre o monopólio no rock?
Amy: Eu falava sobre isso agora com a Lizzy do Halestorm. É interessante. Digo, é definitivamente uma indústria dominada por homens - todos sabem disso -, não é tanto por por culpa de ninguém mas é algo que começamos a esperar porque tem sido a maioria por muito tempo. Eu acredito que, de várias maneiras, ser uma mulher, eu usei isso ao meu favor, você sabe, porque nos faz únicas e eu não tento não ser feminina, eu não tento provar que eu sou durona.
AltSounds: No Fallen, você escreveu Going Under, Bring Me To Life, Everybody's Fool... esses singles parecem ter origem em uma mente fria/machucada/dark de traição, e ultimamente em transmitir à renovação. Você parece muito mais aberta com seu emocional e extremamente conectada ao sofrimento humano no amor e tudo que vem com isso. Eu amo a frase "don't try to fix me, I'm not broken" (música 'Hello', álbum 'Fallen'), é lida como se fosse um diário... Como você evoluiu como banda e pessoalmente desde aquele primeiro álbum?
Amy: Hmm, essa é uma boa pergunta. Muito! Nos dois. Digo, a banda evoluiu tremendamente desde então, e o som como banda mesmo. Eu, pessoalmente... ainda mais. Eu nem mesmo sei por onde começar; você simplesmente cresce muito entre os 15 e 30 anos (risadas). É, parte disso, hum, pra mim realmente é um diário quando estou escrevendo, não importa pelo que eu esteja passando, não importa quão grande seja o segredo, não importa o que seja, eu não consigo mentir enquanto escrevo música. Vem tudo do meu coração.
As coisas que saem para fora, na maior parte do tempo, quer eu queira ou não, se precisa sair, simplesmente saem. E a música é o único lugar que eu vou ser brutalmente honesta comigo mesma.
AltSounds: Eu estava ouvindo seu terceiro álbum esta manhã, o Evanescence, e eu creio que definitivamente havia uma narrativa alí. Como "isso é o que eu estou passando, mas isto é como eu vou superar isso..."
Amy: Eu sempre espero que as pessoas possam ver - e eu me pergunto se elas veem - que eu estou procurando por um lugar melhor. Apesar de na maior parte do tempo você estar falando de experiências que são bem sombrias, nunca é sem esperar por uma mudança.
Você sabe, é sempre procurando por felicidade. E é por isso que eu odeio quando as pessoas nos rotulam de gótico. Eu não fico sentada por aí afundando em infelicidade, nem um pouco - eu só estou processando esses problemas para que eu possa ficar melhor.
AltSounds: Nós vimos um timbre levemente diferente em você no The Open Door três anos depois. Era meio que mais gótico e bem mais sombrio e tinha claramente mais força por trás das suas letras. Mesmo seus arranjos musicais eram mais fortes e, digamos, enérgicos. Isso foi um progresso natural, soar sensato?
Amy: Desde a turnê do Fallen eu tenho visto muita coisa. É difícil explicar.Eu tive tantas experiências que foram, tipo, grandes primeiras experiências de vida no período entre o lançamento do Fallen e o lançamento do The Open Door. E você sabe, lançar oFallen e acabar aquela primeira turnê, todo o meu mundo mudou de várias maneiras e eu tinha muito o que escrever. Então há novas cenas. E eu vejo, em todos os nossos álbuns, ainda há muito sobre 'aqui está o problema e eu preciso superá-lo'. Mas isso foi um novo conjunto de obstáculos e havia muita liberdade lá porque eu realmente havia passado por e sobrevivido e superado vários problemas e eu estava "evoluindo" da escrita do Fallen. Então você sabe, foi como "aqui está a nova carga!".
Quem quiser ver a entrevista na íntegra, em inglês, basta acessar este link:
http://hangout.altsounds.com/features/153489-lowdown-interview-amy-lee-evanescence.html
Confira abaixo a entrevista que a Amy concedeu ao programa "Se Liga" antes da apresentação no Ceará Music há uma semana atrás:
A tempestade anunciada não chegou mas um vento forte soprou a noite toda no Jockey Club, em Assunção, onde milhares de pessoas se reuniram para ver pela primeira vez no Paraguai uma das bandas mais populares do mundo nos últimos dez anos.
Bandeiras do Paraguai e de países vizinhos como Argentina e Brasil agitavam no meio da multidão enquanto no palco e nos telões dava para ver e ouvir o grupo de rock paraguaio Gaia e também a banda local Flou que fizeram o público pular e cantar.
A cada minuto de silêncio entre as músicas dos paraguaios, a expectativa e emoção cresceram entre os milhares de fãs, muitos dos quais cresceram ouvindo a Amy Lee e sua banda, que agora iriam ver ao vivo. (...)
Embora o número de pessoas não tenha sido o esperado, os organizadores estimam que cerca de 8 mil pessoas estiveram presentes e isso não fez diferença na hora de fazer barulho quando as luzes do palco se apagaram e o público simplesmente explodiu.
Terry Balsamo e Troy McLawhorn (guitarra), Tim McCord (baixo), Will Hunt (bateria) e, finalmente, a própria Amy Lee (vocal), subiram ao palco e sem uma palavra começou com What You Want, um de seus sucessos mais recentes. Com uma saia caracterizada com as bandeiras dos países visitados e com a bandeira paraguaia e brasileira nos braços, ela correu de um lado para o outro no palco enquanto mostrava sua voz prodigiosa.
Com Going Under a bela cantora ganhou a exaltação de seus fãs e permitiu ao público apreciar ainda melhor a enorme potência de sua voz, subindo e descendo o tom sem nenhuma dificuldade, além de colocar o público apaixonado cantando bem alto.
"Olá Assunção", disse ela em espanhol, o que provocou um estrondo novamente, acrescentando em inglês "É uma honra estar aqui com vocês essa noite". Ela continuou o show com The Other Side, um som mais pesado que os anteriores, com riffs fortes que fizeram contraste com momentos de delicadeza auditiva. Esse contraste seguiu presente em Weight of the Word, liderado fortemente pela entonação de Amy Lee. "Vocês são maravilhosos, esperamos muitos anos para estar aqui com vocês" dizia.
Amy foi para o teclado quando soou Made of Stone, que os caras abriram por conta antes mesmo de ela começar a música. Um efeito de luz cercava o nome da banda dando um ar de magia ao agradecer em espanhol.
Logo após o piano da Amy foi colocado no centro do palco, como se o instrumento fosse uma estrela a mais. O show deu uma guinada de 180º da força das 5 primeiras músicas para a mais emocional Lithium, grande parte apenas com a Amy acompanhada de seu piano, antes que os caras se juntassem à música. O público cantou apaixonadamente e em outra balada Lost in Paradise a Amy foi novamente a sós com o público, cantando com paixão visível até que o restante da banda fez um retorno impressionante que transformou a música em um hino autêntico de rock.
As coisas ficaram mais aceleradas com My Heart is Broken, uma música com um som bastante peculiar, com um ritmo de piano quase festivo e alguns riffs que provavelmente influenciados pelo piano, soavam estranhamente pesado e leve ao mesmo tempo, e também mudou para Whisper, com um acompanhamento de fumaça no palco.
“Estão se divertindo?” perguntou Amy, enquanto o vento fazia as bandeiras dos braços e saia balançarem e logo apresentou a próxima música, If You Don’t Mind, composta há muito tempo, mas como ela disse na coletiva de imprensa, “a música não tinha espaço na discografia da banda”, então eles resolveram adotá-la em apresentações ao vivo e se tornou a favorita.
O baixo, não tão protagonista da noite, teve seu momento brilhante com The Change, outra favorita da banda que ganhou uma série de aplausos. Seguindo outro dos grandes, Call me When You're Sober que mais uma vez causou gritos histéricos, e mãos para cima.
Novamente a dualidade desempenhou um papel importante em Imaginary, com riffs elaborados que passaram a sessões de teclado e vice versa. A segunda verdadeira explosão da noite chegaria com Bring me To Life, a voz masculina que originalmente fazia par com a Amy não está mais presente mas não fez falta porque o público estava lá para acompanhar pulando, gritando e deixando a alma.
A banda deixou o palco após essa canção, mas voltou no minuto seguinte para "mais um?" "mais três?"A primeira, Disappear, com solos de guitarra incríveis, que foram escassos essa noite, foi como uma injeção de ânimo, um autêntico "balança cabeça" que deu espaço à comovente balada Swimming Home.
Mas como cada história , como sempre, tem o seu fim e esse foi o momento mais forte da noite. A mais emocional My Immortal, apresentada tão por Amy como muito especial, aconteceu a princípio com ela sozinha ao piano e depois acompanhada por guitarras, baixo e bateria. "Cantem comigo!", pediu. A voz da Amy Lee que parecia um pouco prejudicada na última música - era mais evidente quando ela falava que não estava bem da garganta - pareceu ressurgir, permitindo a ela cantar perfeitamente, hipnotizando o público, como ela fez durante toda a noite.
"Obrigada Assunção! Amamos vocês! Obrigada por essa noite!" foi o grito de despedida que encerrou o primeiro dia do Assunção Rock Festival de uma maneira especial: a voz da Amy Lee, do som mais puro do Evanescence, acendendo mais uma noite de rock imortal.
Eram 22:56 quando a banda deixou o palco.
Fonte: abccolor
Setlist
What You Want
Going Under / Conversando com o público
The Other Side
Weight of The Word
Made of Stone
Lithium
Lost in Paradise
My Heart is Broken
Whisper
If You Don't Mind
The Change
Call me When You're Sober
Imaginary
Bring me To Life
Bis
Disappear
Swimming Home (+ My Immortal)
My Immortal
(EDIT) Vídeo resumo do show

Na próxima sexta-feira, a banda americana de rock Evanescence irá fazer seu primeiro show no Paraguai, no Jockey Club de Assunção. Dias antes, a expectativa cresce em torno de um dos principais shows em um ano cheio de grandes eventos.
Na segunda-feira, chegaram os pedidos da banda sobre comida e bebida enquanto estarão no país.
A delegação que virá para o país, incluindo os artistas, forma um total de 24 pessoas, que pediram um cardápio de café da manhã sem excentricidades, com uma seleção de pães, ovos, bacon , frutas frescas, entre outras coisas.
O almoço também inclui sopas, uma seleção de pratos vegetarianos, salada de ovo, atum e outros. O cardápio do jantar é parecido.
No camarim da cantora Amy Lee, deve haver vegetais crus (Brócolis, cenouras, pepinos, etc.), chá, gengibre, mel, refrigerante e cerveja light, rum da marca Captain Morgan, entre outros.
Enquanto isso, nos vestiários do resto da banda também há pedidos de legumes e frutas, juntamente com tiras de carne seca, cereais, nozes, bebidas energéticas, café Starbucks, vinho Cabernet ou Bordeaux – preferentemente da Califórnia ou França – cervejas, refrigerantes e vodka.
Fonte: ABC.com.py
Tradução: Evanescence Atrium
Foto: Camarim da banda no show de 2007 no Pedreira Paulo Leminski, Curitiba, decorado por Paula Abrão.
Obrigado usuário culturalanacion por disponibilizar vídeos da coletiva de imprensa que o Evanescence fez hoje pela manhã no Paraguai: