A Amy Lee postou hoje no twitter um vídeo do grupo australiano Axis of Awesome. No vídeo os comediantes demonstraram que quase toda música pop pode ser tocada com quatro (simples) acordes. Por exemplo: Beatles, Black Eyed Peas, Red Hot Chilli Peppers, Men At Work, Bob Marley, Lady Gaga, U2 etc.
Inclui Self Steem, do The Offspring, já tocada ao vivo em alguns shows do Ev.
Vale o clique:
O músico e compositor Zach Williams, amigo da Amy, postou em seu MySpace algumas fotos do estúdio de gravação. Na última imagem, é possível ver quadros do Evanescence e os dois prêmios Grammy conquistados em 2004. Nas outras fotos, quem aparece é Zach. Obrigado EvanescenceWebsite.
Saíram mais fotos do Evanescence no estúdio no site Freshface Fever. Obrigado comunidade do EvRockBr. As fotos datam todas de abril. Freshdance é o apelido de Warren Riker, produtor, compositor e engenheiro de som responsável por nomes como The Fugees, Lauryn Hill e Santana. Leia também as legendas das imagens ao clicar.
O baterista Will Hunt, que tocou com o Evanescence na turnê The Open Door e está atualmente também com o Black Label Society, concedeu uma entrevista à Radio Metal e ele comentou coisas interessantes sobre as músicas novas da banda. Confira abaixo:
Radio Metal: Vamos falar sobre você agora. Você está em vários projetos musicais: Black Label Society, Evanescence, Static-X… Para mim isso é uma grande confusão! Então para deixar isso claro, você pode falar para gente quais são seus projetos atuais e futuros?
Will Hunt: Agora, eu estou trabalhando obviamente com o Black Label e o Evanescence. Amy está agora trabalhando nas músicas para o novo álbum do Evanescence. Eu acabei de trabalhar um tempo com uma banda famosa aqui nos EUA, a Hollywood Undead. Eu também participei de um disco da banda Crossfade, o álbum vai sair em breve. Eu também estou vendo algo para fazer com Tommy Lee e Methods of Mayhem. Isso é tudo. E já é o bastante!
Radio Metal: Me desculpe por dizer isso, mas parece que você não se compromete por muito tempo com nenhuma banda. Há algo que você queira mesmo, não se envolver demais com uma banda, ou é natural que aconteça assim?
Will Hunt: Meio que sempre foi assim. Tenho minhas próprias bandas aqui nos EUA: Skrape, que acabou de assinar com a BMG, e mais recentemente a Dark New Day – estamos na Warner Brothers. Enquanto trabalhava com todas essas bandas, eu recebia telefonemas para preencher algumas vagas. Eu meio que me tornei um cara a quem recorrer quando as bandas precisavam de bateristas. Foi assim que eu acabei indo tocar com Mötley Crüe ou Static-X. Simplesmetne aconteceu assim. Não foi planejado, eu sempre quis ter um lar. Agora, com o Black Label, sinto como se estivesse em meu lar. Meu objetivo é ficar ocupado sempre, quero continuar trabalhando. O jeito que a indústria está agora, tantos bandas aparecem e somem porque elas não conseguem continuar, ou elas tiram longas pausas. Amy tirou férias de 3 anos, e eu simplesmente tive que continuar tocando, é assim que acontece.
Radio Metal: Você gosta de ser um mercenário da música?
Will Hunt: Sim, é legal ter essa lista de referências como eu tenho. Mas no final do dia, vejo que nunca sou o cara contratado. Nos meus sonhos, eu sempre quis ter a minha banda, que teria eu e mais três ou quatro amigos. Seria o nosso filho, algo que faríamos desde o esboço… Infelizmente, isso não aconteceu e isso tudo caiu sobre mim. Eu simplesmente gosto de tocar, e eu toco com amigos. Todos do Black Label, eu e Zakk e Nick e J.D., somos bons amigos, nós saímos juntos. Não é como se fosse só um grande negócio. É legal, porque eu toco com os caras que eu gosto e respeito, e eu ainda me divirto. Black Label vai entrar um turnê por 12 a 18 meses. Dependendo do tempo que tiver vago no Evanescence, eu vou ficar com o Black Label o quanto eu puder. Vamos ver o que acontecerá. Eu decido as coisas dia após dia. Mas quando eu faço algo, eu me comprometo: se eu faço algo com o Black Label, então eu estou com o Black Label. Temos uma turnê de dois meses e meio, começando em uma semana, e estou comprometido com isso tudo. Não significa que se o Ozzy me chamar, ou o Kiss, ou o Mötley Crüe, não importa quem me ligar, no mei desse tempo, estou comprometido com o Black Label. Eu não fico pulando de galho em galho, não tanto!
Radio Metal: Qual o seu papel atual no Evanescence? No começo você só tocava bateria nas turnês. E agora?
Will Hunt: Eu sou o baterista, e eu posso compor músicas também. Nós estivemos no estúdio e eu trouxe alguns riffs de guitarra que viraram músicas. Ultimamente, nos últimos meses, tem ocorrido uma verdadeira dinâmica de banda. É a situação da banda agora.
Radio Metal: Você tem alguma informação nova sobre o lançamento do álbum?
Will Hunt: Tudo que eu posso dizer é que Amy trabalha muito mesmo. Ela é muito crítica consigo mesma. É importante para ela que o álbum supere as expectativas dela na primeira vez e ainda depois. Ela vai ficar lá quanto tempo achar necessário. Como fã e membro da banda, eu gostaria que as coisas fossem um pouco mais rápidas, mas no fim do dia, eu respeito totalmente como ela quer fazer isso. E eu entendo, porque é um álbum muito importante e crítica para o Evanescence, então precisa ser exatamente certo. Eu entendo porque ela está tomando o tempo dela nisso. Vai estar pronto quando estiver pronto.
Radio Metal: Você compartilha do entusiasmo extremo da Amy com as novas composições? Ela as descreve como "as melhores composições do Evanescence desde o começo da banda." O que você acha das novas músicas?
Will Hunt: Honestamente, eu acho elas maravilhosas. Eu acho que ela está assumindo riscos muito grandes. Como artistas, eu acho que é importante desafiar a nós mesmos para encontrar um novo espaço. Se você olhar para qualquer banda na história que tenha ido muito bem, eles continuam reinventando a si mesmas e ainda são relevantes. Sempre vai soar como Evanescence, porque Amy Lee está cantando, mas o veículo para essa voz pode ser diferente e ainda sim ser Evanescence. Eu acho que as pessoas serão agradavelmente surpreendidas, porque todos os elementos legais, as coisas que as pessoas amam no Evanescence do passado ainda estão aqui. Mas há novas cores na aquarela. Há muitas coisas legais acontecendo por aí, tanto eletronicamente como futuristicamente. Eu acho que ela está fazendo algo muito especial que ainda não foi feito. Eu apoio ela, eu acho o som matador. É muito bom.
O amigo da Amy, Chad Copelin, postou algumas fotos no seu Facebook com o pessoal do Evancescence! Elas são da época em que Amy fez as apresentações de Sally's Song (2008). E tem também uma no estúdio com o produtor Steve Lillywhite. Confira abaixo! Obrigado EvWeb.
A Amy postou há pouco uma foto do show em que ela estava, do Alice in Chains, no Madison Square Garden. Clique para vê-la em tamanho maior.
WOOOOOOO!! (Jerry Cantrell matando a pau no show do Alice in Chains de hoje à noite no MSG) http://twitpic.com/2rowpy
Lembram da Paula Cole, uma cantora americana que no ano passado contou sobre a participação de Amy Lee durante um show? Ela recentemente deu uma entrevista para o NY Post e lembrou dela como uma referência. Para ler mais sobre a Paula Cole, clique aqui. Reveja também as únicas fotos da apresentação.
NY Post: Li em algum lugar que algumas de suas influências são Steve Wonder e Tina Turner, mas há alguém da cena pop atual que já te impactou?
Paula: Até onde a voz pode alcançar, Ray LaMontagne já me impactou muito. Oh e Amy Lee do Evanescence é maravilhosa, a voz dela é tão real. Eu respeito muito Kelly Clarkson, eu não gosto de todas as músicas dela mas ela é uma garota tão forte e não tem medo de mostrar que tem carne além de ossos. O que eu adoro. O trabalho ético de Lady GaGa é brilhante e Rihanna tem algumas músicas incríveis. Não tenho muito certeza da nova com o Eminem (“Love the Way You Lie”), quer dizer, ele é conhecido por desrespeitar mulheres então não faz muito sentido, mas eu adoro essa música.
No dia 12/9 aconteceu o Concert for Heroes na Inglaterra, uma organização com o objetivo de arrecadar fundos para ajudar aos feridos que lutaram em guerras. Muitos artistas participaram desse evento, e entre eles estava Katherine Jenkins, a cantora lírica que fez um cover de Bring Me To Life, junto com o grupo de dança Spelbound. Assista abaixo à apresentação - obrigado @DiegoEvBR! Vocês acham que a música é condizente com a proposta da instituição? Leia mais sobre tributos feitos ao Evanescence aqui.
O Terry também deu um sinal de vida pelo twitter retuitando algumas mensagens e desejando feliz aniversário a um amigo.
Terry: RT @PeterGriffinn: Música é MUITO MELHOR se for alta.
Terry: @uncalm feliz aniversário de NY yo
A Amy e o Terry apareceram no Twitter recomendando o show de outros artistas, veja abaixo.
Amy: Querida NYC, nesta quinta à noite (02/09) venham ver o @zachwilliams cantar músicas que batem forte na sua alma! www.boweryballroom.com/event/5020 Zach Williams: Obrigado! Estamos com saudades de vocês!!
Terry: Alguém viu o Deftones arrebentar na House Of Blues em Orlando? Foi demais, muito obrigado ao nosso empresário por conseguir isto!
[+] Sobre a mensagem de Ben Moody, alguns sites de notícias já estão publicando sobre o assunto, alguns com a carta integral de Ben (o melhor jeito de interpretar o que ele quer dizer). Veja alguns links aqui: Blabbermouth, List UK, Speed TV, ACE Showbiz, Starpulse, Rock Dirt, Spin Jordan.
A Amy tuitou há pouquinho. Ela disse que procurou músicas do Evanescence na rádio online Pandora e a música que apareceu foi Careless Whisper. Esta canção foi gravada originalmente por George Michael, em 1980 ainda no grupo Wham!, e o Seether também gravou um cover dela pois, segundo a banda, ela tem um significado especial para eles. Aproveite para conhecer a gravação deles clicando aqui.
Acabei de buscar por 'evanescence radio' no pandora e apareceu Careless Whisper. SIM!!!!!! Wham para sempre!!